Ozzy Osbourne não ganhou o apelido Madman – homem louco, em uma tradução livre – à toa. Ele se empenhou bastante ao longo da carreira para merecer tal alcunha. De fazer xixi no Álamo a cheirar uma carreira de formiga, passando por tentativa de homicídio e decapitação de morcego no palco, o cantor já aprontou muito.
Em nova entrevista à revista Classic Rock, o Príncipe das Trevas refletiu sobre as suas peripécias e chegou a conclusão que não se arrepende de nada.
“As pessoas me perguntam: se eu pudesse fazer tudo de novo, sabendo o que sei agora, você mudaria alguma coisa? Eu digo: ‘De jeito nenhum’. Se eu estivesse limpo e sóbrio, eu não seria o Ozzy”.
O Madman complementou em tom assertivo: “Se eu tivesse feito coisas normais e sensatas, eu não seria o Ozzy. Olha, se tudo acabar amanhã, não posso reclamar. Viajei pelo mundo todo. Vi muita coisa. Já fiz coisas boas… e ruins. No entanto, agora, eu não estou pronto para ir a lugar nenhum”.
Apesar de ter feito o último show da carreira no começo deste mês, Ozzy ainda está bem ativo no mercado. Ele lançará o novo livro de memórias Last Rites no dia 07 de outubro pela editoria Grand Central Publishing.
A obra é a história chocante, hilária e nunca antes contada sobre o céu e inferno da carreira do Príncipe das Trevas, cujo o foco são os seus problemas de saúde dos últimos sete anos.
Além disso, no livro, o cantor reflete sobre sua vida e carreira, incluindo seu casamento turbulento com Sharon, seus encontros com amigos de copo e loucura como Slash, Bon Scott, John Bonham e Keith Moon, e os momentos finais do parceiro Lemmy Kilmister, do Motörhead.
Via: RockBizz
