Infelizmente, a última terça-feira, 22 de julho, ficará marcada nos anais do rock n’ roll como um dos dias mais tristes que o estilo já teve, porque foi a data em que nos despedimos de Ozzy Osbourne. O vocalista morreu aos 76 anos, duas semanas depois de se despedir para valer dos palcos.
Problemas de saúde
Ao longo dos últimos anos, Ozzy vinha travando uma batalha contra o Mal de Parkinson, doença que causa tremores, rigidez nas articulações, dores musculares, dificuldade de mobilidade, fala e escrita, entre outros obstáculos.
Com o diagnóstico de Parkinson, o cantor chegou a afirmar que a doença o levou a um quadro de depressão, e os efeitos colaterais de seus vários medicamentos causaram perda de memória de curto prazo e constipação.
Para piorar, o Madman sofreu uma queda em casa em 2019, o que deslocou as hastes de metal em seu pescoço e costas colocados após um grave acidente de quadriciclo em 2003. Com isso, passou por uma cirurgia para remediar os danos no eixo central do corpo.
Adeus dos palcos
Portanto, a aposentadoria chegou de maneira compulsória e a contragosto do cantor. Ainda assim, ele vislumbrava alguma feitos em sua vida. No mês de maio, durante entrevista ao jornal inglês The Guardian, ele falou o que desejava fazer após se aposentar dos palcos.
De forma sucinta e direta, o Príncipe das Trevas cravou: “É hora de passar um tempo com meus netos. Não quero morrer em um quarto de hotel. Eu quero passar o resto da minha vida com minha família”.
E de acordo com a nota da família Osbourne, o Madman, em seus momentos finais, estava de fato junto com as pessoas que mais amava.
“É com mais tristeza do que meras palavras podem expressar que temos que informar que nosso amado Ozzy Osbourne faleceu esta manhã. Ele estava com sua família e cercado de amor. Pedimos a todos que respeitem a privacidade de nossa família neste momento”.
Via: RockBizz
