Ter muitos anos de carreira em determinado ofício é algo bastante positivo, pois te dá o traquejo de desenvolver bons trabalhos. A seara musical também funciona da mesma maneira: experiência anda lado a lado da prática.
E com os muitos anos de labuta, o brinde são impagáveis histórias de erros, tropeços, gafes e toda sorte de bizarrice que se possa imaginar. No rock n’ roll, Ozzy Osbourne foi um dos caras que mais fez e presenciou loucuras. Algumas delas foram imortalizadas em sua autobiografia, Eu Sou Ozzy, de 2009.
Outras anedotas ele contou em entrevista ao longa da vida. Em 1990, por exemplo, quando bateu um papo com o pessoal da revista Guitar World, o Madman lembrou as audições mais bizarras de guitarristas que presenciou.
“No final dos anos 1980, eu fiz teste com uns cinquenta caras! Alguns deles eram hilários. Tinha os clones de Eddie Van Halen com esteroides. Eles tocavam como o Van Halen de cabeça para baixo e pulando em uma perna só. Teve um cara que até tocou como o Eddie enquanto engolia uma espada”.
Ozzy completou: “Teve um cara fez um break dance e girou de costas no chão enquanto tocava licks de guitarra loucos. Havia muitos caras que eram ótimos, mas horríveis de se ver. Tinhas uns caras feios.
Além de ser um ótimo guitarrista, você tem que ter a aparência adequada. Você tem que ser capaz de atrair as pessoas. Algumas das pessoas com quem fiz o teste pareciam que deveriam ter participado de um espetáculo de circo”.
Na carreira solo, o Príncipe das Trevas trabalhou com guitarristas de primeira classe como Randy Rhoads, Jake E. Lee e Zakk Wylde. O legado está em álbuns seminais como Diary of a Madman (1981), Bark at The Moon (1983) e No More tears (1991).
Via: RockBizz
