O bicho está pegando bem feio para o Cradle of Filth, seu vocalista Dani Filth e o empresário Bradley “Dez” Fafara. Depois das demissões da vocalista e tecladista Zoë M. Federoff e do guitarrista Marek “Ashok” Šmerda, que aconteceram ao The Screaming of the Americas Tour, a banda e o seu setor empresarial estão recebendo acusações de roubo, extorsão e assédio moral.
Após ponderações do conjunto inglês pelas redes sociais, Zoë também fez outra postagem em sua conta oficial no Instagram na qual afirmou que o Cradle of Filth e seu empresário roubam os músicos e que tudo será provado pela via judicial.
“Gostaríamos de emitir uma declaração adicional. A definição de difamação é fazer declarações inverídicas com a intenção de causar danos. Todas as declarações que fizemos até agora são verdadeiras e comprováveis. O Cradle of Filth e seu empresário, Bradley “Dez” Fafara, roubam e exploram músicos, e continuaremos a demonstrar isso por meio da via judicial.
Que nosso ex-vocalista tente usar questões triviais como supostas brigas conjugais é risível, mas o restante das acusações, incluindo alcoolismo e consumo de álcool durante a gravidez, são bastante sérias.
Vamos a público protestar contra o roubo e a exploração que nós e outros sofremos nas mãos de Daniel Davey e Bradley “Dez” Fafara. Esse é o cerne da questão. Pedimos que não se deixem distrair por essas divagações e, em vez disso, conscientizem sobre os direitos dos músicos. Por enquanto, é só isso, e agradecemos o apoio”.
Pelo o andar da carruagem, a briga entre Cradle of Filth e os seus ex-integrantes está muito longe de um fim e as consequências ainda não estão claras para os dois lados.
Via: RockBizz
