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Fabio Lione conta como Joey DeMaio (Manowar) prejudicou a carreira do Rhapsody

5 meses ago


Na cena artística, principalmente na musical, é muito fácil se deparar com casos de contratos mal intencionados, empresários com objetivos obscuros e muito malabarismo semântico para fins danosos contra os músicos.

No metal, o Black Sabbath comeu o pão que o diabo amassou com o bandido Patrick Meehan. Há muitas outras vítimas de gerenciamento ruim como The Who, Queen e Creedence Clearwater Revival.

E quem sofreu bastante com isso foi o Rhapsody, quando começou a trabalhar com Joey DeMaio, líder do Manowar. Em conversa com o apresentador Manoel Santos, do canal Ibagenscast, o cantor Fabio Lione contou como Joey DeMaio prejudicou a carreira do Rhapsody.

“Triumph or Agony saiu em um período complicado para a banda. Luca Turilli e Alex Staropoli assinaram um contrato com a empresa do baixista do Manowar, que foi empresário da banda por quatro anos. Foi muito legal trabalhar com ele! Fizemos coisas incríveis, mas, depois de um tempo, foi ruim”.

Lione continuou: “A banda conseguiu tocar somente vinte e cinco shows em quatro anos, e abrindo para o Manowar. Ele recusou festivais, turnês e um monte de coisas. Em quatro anos, a banda tocou somente vinte e cinco shows com o Manowar.

Quando os festivais chamava o Rhapsody, ele falava não. Ou pegava o Manowar e o Rhapsody, ou seja, o pacote, ou nada. Então, perdemos um monte de [oportunidades]. Isso começou a gerar muitas discussões e problemas”.

“Além disso, a banda chegou a ter problemas legais com ele. E ninguém aguentava mais. Eu fui constrangido a assinar um contrato diferente, porque ele queria uma exclusividade. Foi por isso que eu deixei o Vision Divine”, finalizou Fabio.

Confira a fala completa de Fabio Lione aqui:



Via: RockBizz

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