Ao lado da Donzela de Ferro, Paul Di’Anno registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Depois de sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo.
O cantor não deu conta do job, além disso, tentou medir força com o chefe da empresa, o baixista Steve Harris, o que azedou muito a relação entre o patrão e o empregado. Para o posto de Paul, a banda fechou contrato com Bruce Dickinson, ex-frontman do Samson.
Na nova edição da Metal Hammer, Bruce relembrou muitos momentos ao lado do Maiden e contou também qual música da era Paul Di’Anno o motivou a entrar no Iron Maiden.
“Eu lembro de assisti-los e pensar: ‘Puta merda, essa banda é outro nível’. A única coisa que pensei sobre Paul foi: ‘Ok, ele é bom, mas e se eu estivesse cantando essas músicas…’. Killers me fez lembrar quando eu descobri o Deep Purple. Eu tinha 15 anos! Mas foi uma sensação atualizada. Tinha a mesma energia”.
Dickinson acrescentou: “O destaque estava na guitarra, na bateria, no baixo, estava em tudo. Davey [Murray, guitarrista do Maiden] estava canalizando Ritchie [Blackmore, guitarrista do Deep Purple]. Tudo ali estava na vanguarda, e avançando. O mesmo foi com Wratchild e Murders In The Rue Morgue”.
Killers é a faixa-título do segundo álbum do Iron Maiden, o qual saiu em 02 fevereiro de 1981. O disco vendeu mais de um milhão de cópias e alcançou o 78° lugar da Billboard 200.
Via: RockBizz
