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Democracia titânica: Charles Gavin conta qual era a tônica da relação nos Titãs

4 meses ago


Uma banda de rock, metal, pop e qualquer outro estilo é um microcosmo e um reflexo da sociedade. Com isso, a formação precisa se basear em regras e valores. Na equação, preceitos como honestidade, justiça, respeito, igualdade e liberdade fazem a diferença para que o grupo possa ter a mínima chance de vingar no mercado fonográfico.

O baterista Charles Gavin, por exemplo, que viveu em uma sociedade de oito indivíduos quando integrou o Titãs, falou, durante entrevista à jornalista Mariana Procopio, do programa carioca Conexões JBFM, como se dava a democracia titânica.

“No Titãs, tudo era decidido através do debate. Qualquer assunto era debatido exaustivamente. Se não houvesse consenso, a gente votava. Isso aplicava a qualquer assunto desde de repertório, data de show e até lugar para comer.

Quando chegava em uma cidade, a gente votava para ver em que lugar iríamos comer. Isso, para mim, foi uma escola muito importante na minha formação. Acredito que esse é melhor jeito de resolvermos as nossas questões, que é debatendo e votando. Se não houver consenso, a maioria ganha e você convive pacificamente”.

Charles acrescentou: “Tem uma coisa interessante em nossa democracia titânica era que, às vezes, a minoria ficava tão incomodada com o resultado e o fato de ter perdido, que a maioria abria mão. Três estavam tão incomodados com a questão que os outros cinco abriam mão.

A gente fazia isso em questões de repertório de show. Isso era possível em nossa democracia. Era possível em nossa sociedade de oito pessoas. Isso foi a tônica da relação dos Titãs”.

Eis o bate-papo completo no tocador abaixo:



Via: RockBizz

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