A parceria entre Blaze Bayley e o Iron Maiden foi entre os anos de 1994 e 1999, rendendo apenas dois álbuns de estúdio: The X Factor (1995) e Virtual XI (1998) – além da coletânea Best of the Beast, que saiu em 1996 e contou com o single inédito Virus.
O vocalista foi demitido da banda inglesa no ano de 1999 para que Bruce Dickinson pudesse fazer seu retorno triunfal ao posto que ocupou boa parte dos anos 80 e a primeira metade da década de 1990. O resto, como dizem, é história, visto que a parceria, desde então, já deu vida a seis discos inéditos.
Em conversa com Chris Jericho, do podcast Talk Is Jericho, Bruce Dickinson enalteceu a personalidade de Blaze Bayley e explicou que não parou para ouvir os discos da banda com o seu substituto.
“Não é que eu não tivesse interesse em ouvir os álbuns da era Blaze do Iron Maiden. Eu estava muito ocupado fazendo as minhas próprias coisas. Então, eu tinha meio que uma percepção periférica, no entanto, de certa forma, eu pensava que aquilo não era da minha conta porque não estava mais na banda.
Mas eu desejei tudo de bom para Blaze, porque, quando ele entrou na banda, achei a voz dele bem diferente da minha. Eu adorava o que ele estava fazendo no Wolfsbane. Eu torcia para que desse certo. Infelizmente não deu. Mas eu amo o Blaze. Acho que ele é um ótimo cara. Não há um pingo de maldade nele. Ele é um cara legal”.
Eis o bate-papo completo no tocador abaixo:
Via: Rockbizz
