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“Emily Armstrong é um fenômeno total e uma voz única em uma geração”, destaca Mike Shinoda

4 meses ago


Uma das melhores coisas é estar bem empregado e ainda receber muitos elogios do chefe! Este é o caso de Emily Armstrong, que topou encarar a difícil missão de substituir Chester Bennington no Linkin Park, mas vem ganhando exaltação de Mike Shinoda a cada entrevista.

Trocando uma ideia com a jornalista e apresentadora Matilda Svensson, da Radio Futuro, Mike louvou a moça e ainda pontuou sobre como é trabalhar ao lado de Emily e o novo baterista, Colin Brittain.

“Tem sido incrível. Quando eles estavam entrando nessa era, nesse capítulo, eles já estavam muito preparados, bem prontos para isso. Mas eles simplesmente não tinham feito isso. Quer dizer, a Emily tocou por uns 10 anos ou mais com o Dead Sara.

Já o Colin tocou em várias bandas antes de começar a produzir e compor com outras pessoas. E quando conheci o Colin, percebi que tínhamos muitas maneiras parecidas de ver a música e maneiras parecidas de pensar”.

Shinoda continuou: “Eu estava compondo e produzindo coisas com ele! De repente ele se sentou atrás da bateria e eu pensei: ‘Meu Deus. Ele é um baterista incrível’. E como Rob [Bourdon], nosso baterista anterior, não queria mais tocar. Foi uma sorte para nós já conhecermos um cara tão incrível.

E Emily é um fenômeno total. Para nós, encontrar uma voz única em uma geração como Chester e depois encontrar outra como Emily é uma loucura. Não faz o menor sentido”.

Mike completou explicando como sentiu que Emily Armstrong era a pessoa certa para substituir Chester Bennington.

“Bem, não é só o canto, porque existem milhares e milhares de grandes cantores por aí. E quando trabalhei com outras pessoas, tive várias experiências com muitos cantores diferentes e talentosos, e fiz shows com muitos cantores talentosos, mas há uma coisa intangível que acontece quando as pessoas entram em uma sala e criam algo juntas.

Você sente que a vibe é totalmente natural, forte e fácil. É fácil conviver! Mesmo quando vocês têm diferenças de opinião sobre algo que estão criando ou fazendo, isso jamais se transforma em discussões.

Ninguém está acabando com a energia, com a vibe. E essa foi a experiência que tivemos com Emily e Colin.

Mas, quando começamos a fazer música, alguns anos atrás, simplesmente nos demos conta de que queríamos fazer mais sons com eles, porque era muito divertido conviver com eles e sempre fazíamos coisas muito boas juntos”.

Eis o bate-papo completo no tocador a seguir:



Via: Rockbizz

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