No começo de 2024, o virtuoso baterista brasileiro Eloy Casagrande pegou os fãs de surpresa ao anunciar a sua saída do Sepultura, a qual aconteceu às vésperas da Celebrating Life Through Death Tour, que é a derradeira turnê da banda.
Para o posto deixado por Casagrande, Andreas Kisser e o resto da banda fecharam negócio com o jovem Greyson Nekrutman, músico norte-americano com experiência em diversos estilos como jazz, rock n’ roll e heavy metal.
Desde então, a banda brasileira está em uma bonança em sua carreira, com uma formação forte e realizando shows com ingressos esgotados. Trocando uma ideia com o pessoal do canal 100segredo, Kisser contou qual é a vibe atual do Sepultura.
“Estamos no nosso melhor momento. Não tem biquinho no backstage, temos o mesmo camarim, saímos para jantar juntos, conversamos de política, de mulher, de futebol”, comemorou Andreas.
“Estamos vivendo, não somos escravos de um personagem. Eu sou o que eu quiser. E o sepultura é consequência disso, do que o Paulo é, do que o Greyson é, do que o Derek é. São pessoas fenomenais e fantásticas”, pontuou.
“Você pode confiar, são profissionais e curtem o que fazem, não estão ali obrigados. Para que eu vou lá subir num palco [com Max] sem saber o que que vai acontecer? Ah, o Max hoje está cansado, não quer fazer essa, não consegue cantar essa ou aquela. Ver ele tocando é lamentável, na verdade”, acrescentou em tom crítico ao ex-colega de trabalho.
Eis o bate-papo completo no tocador abaixo:
E por falar em Sepultura, os próximos compromissos ao vivo do grupo serão apenas em 2026, até o momento. A banda já tem datas marcadas na Europa, com direito a show no Wacken Open Air e em outros grandes festivais de verão. Saiba o itinerário da banda aqui.
Via: Rockbizz
