O frontman do Ratos de Porão, João Gordo, que é um dos compositores de canções como Igreja Universal e Guilhotinado em Cristo, participou do quadro “Zoando Crente” no canal de Tiago Santineli, que se declara militante, ex-comediante e pastor de ovelhas negras.
Na atração, o músico forneceu a sua opinião sobre a vertente cristã protestante e não economizou nas críticas ácidas e debochadas, que fazem parte de sua personalidade.
“É chato ficar vendo vídeo de crente como esse [Silas] Malafaia retardado”, disparou Gordo. “Há anos eu escuto o nome de Bolsonaro e Malafaia. Eu não aguento mais. Ouvi o nome do Malafaia quando trabalhei na Record, achei nome de gente bem escrota”,
João continuou falando que não corre o risco de “aceitar Jesus” quando estiver mais velho: “Nem fudendo! É tanta mentira, e eu tenho raiva de mentira. Eu não acredito em nada da bíblia, do velho testamento”.
“Eu acredito que existiu um cara chamado Jesus que deixou os ricos com muita raiva. A intenção do cara era boa, mas virou essa aberração que é o cristianismo”, ponderou o artista.
“Outra coisa que me irrita são os pastores milionários, com roupas caríssimas, roupas de grife e relógio foda. Isso é uma humilhação para o fiel”, acrescentou o ícone do punk rock brasileiro em tom mais crítico.
“Cobra que fala e navio que cabe todos os bichos, isso é muita paia. Tem que acreditar em coisa mais coerente. Disco voador é mais coerente do que bíblia”, completou João aos risos.
Assista no player abaixo o vídeo completo com as reflexões e críticas do artista:
Via: Rockbizz
