Há décadas existe a errônea ideia de que o rock n’ roll está em coma e precisa desesperadamente de um salvador! Isso é uma tremenda besteira, basta ver a quantidade de novas bandas dando as caras nos festivais europeus e entregando um trampo de primeira classe.
Em entrevista ao The Howard Stern Show, Yungblud, que é um dos novos nomes na cena, criticou a ideia de que alguém precisa salvar o rock n’ roll.
“O rock é tão brilhante que só recebe o reconhecimento que merece tempos depois! É um gênero tão sagrado que todo pai diz: ‘Não gosto dessa banda. Parece uma banda que eu conhecia quando era criança’.
É por isso que o rock está voltando agora. As pessoas sempre colocam muita pressão em uma única pessoa para trazê-lo de volta. Quem vai salvar o rock n’ roll? Isso é uma grande besteira”.
O roqueiro seguiu com a sua análise: “Acho que, no momento, tudo está esférico. No hardcore, temos Knocked Loose e Turnstile. No punk, temos Amyl and the Sniffers e Lambrini Girls. No indie, temos Fontaine e Geese.
Com isso, o que eu realmente queria fazer em meu álbum Idols era trazer de volta um senso de teatralidade, de espetáculo, de aventura e de músicas de nove minutos, de uma forma que remetesse a 2025”.
“Mas acho que estamos em um momento em que temos uma comunidade, uma cultura, uma base de fãs que nos acompanha. Portanto, foi uma loucura fazer esse disco! Mas ver a quantidade de pessoas que apoiaram e amaram o projeto foi incrível”, concluiu Yungblud.
Apesar das críticas, o artista teve um 2025 notavelmente bem-sucedido, consolidando-se como uma figura de destaque no rock contemporâneo por meio de múltiplos projetos de grande repercussão.
Ele fez trabalho ao lado de Steven Tyler e Joe Perry, do Aerosmith, e fez participação no Back to the Beginning, o que são dois grandes feitos para o currículo do artista.
Via: Rockbizz
