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Iron Maiden: morte da vidente Doris Stokes em 1987 foi o ponto de partida para criação de Seventh Son Of A Seventh Son

1 mês ago


Steve Harris nunca escondeu seu apreço pelo rock progressivo! Na verdade, o líder e baixista do Iron Maiden sempre fez questão de mostrar o carinho e admiração que tem por bandas como Jethro Tull, Emerson, Lake & Palmer, Genesis, King Crimson e Yes.

Logo, incorporar elementos destes grupos, e de tantos outros, seria algo mais do que provável e normal na arte criada por Steve. Em 1988, por exemplo, a Donzela de Ferro deu vida ao álbum Seventh Son Of A Seventh Son; obra que a maioria dos fãs assumem como progressiva.

No entanto, a inspiração primária para a criação de uma obra conceitual surgiu em maio de 1987, quando a vidente inglesa Doris Stokes faleceu.

No documentário Maiden England ’88, de 2013, Steve falou: “Eu simplesmente tive um pensamento: ‘Será que ela conseguiu prever a própria morte’? Então, comecei o disco a partir dessa ideia. Escrevi The Clairvoyant e mostrei para o Bruce, que basicamente disse: ‘É uma ótima ideia’!

Harris continuou com a sua explicação: “Depois disso, comecei a ter uma ideia para a música Seventh Son Of A Seventh Son, porque supostamente, se você nascesse o sétimo filho de um sétimo filho, teria poderes de clarividência. Então, eu tinha essas duas ideias e o Bruce disse que isso daria para fazer um álbum conceitual”.

Com um material lírico e instrumental de primeira qualidade nas mãos, o Iron Maiden foi gravar as canções no Musicland Studios em Munique, Alemanha, em fevereiro e março de 1988, com o produtor de longa data Martin Birch.

Apesar do teor lírico profundo, a banda conseguiu a façanha de embrulhar tudo em metal progressivo de fácil digestão. O primeiro single, Can I Play With Madness, por exemplo, saiu em março de 1988 e foi parar direto no terceiro lugar das paradas inglesas.

Seventh Son Of A Seventh Son chegou ao mercado no dia 11 de abril de 1988. Mesmo falando sobre vida após morte, reencarnação e videntes, o material caiu no gosto dos fãs. O disco já vendeu mais de um milhão de cópias ao redor do mundo.



Via: Rockbizz

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