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“Ver Max Cavalera tocando é lamentável; ele parou no tempo e brinca de ser banda”, afirma Andreas Kisser (Sepultura)

3 semanas ago


Tempos atrás o guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, trocou uma ideia com os apresentadores Alexandre De Maio e Turco Loco, do canal 100segredopod. No papo, o músico, sempre direto em suas posições e convicções, comentou sobre o ex-colega de trabalho, Max Cavalera, que está, segundo Kisser, se repetindo artisticamente..

“Ver Max Cavalera tocando é lamentável; ele parou no tempo. Não tem evolução musical e técnica tanto é que está fazendo coisa que a gente escreveu há trinta anos, e não tão bem assim. Enfim, tem gente que curte ainda e acha relevante ficar brincando de ser banda ao invés de ser você mesmo e fazer as suas coisas hoje e largar o passado onde ele merece, que é no passado, e aprender com ele”.

“Tenho um enorme respeito pelos irmãos [Max e Iggor Cavalera], pelo o que eles construíram. A história é espetacular. Mas cada um escolhe o seu caminho, e eu escolhi o meu”, acrescentou o artista.

O guitarrista também usou o espaço para refletir sobre o fim da parceria com a empresária Gloria Cavalera. Kisser observou que do caos que era o dia a dia da banda nos anos 1990, os músicos remanescentes conseguiram ver e conquistar a organização empresarial.

“As coisas que deram errado foram lições para não fazer de novo”, pontuou. “Acho que muito da desorganização, o caos da organização da época, foi de onde a gente a gente buscou a nossa organização de hoje. Saímos daquele caos para construir algo mais tranquilo, com poder de decisão, planilha, estratégia de carreira e estudo financeiro, sabendo o que vale à pena e não”.

“E isso se constrói com calma. Tem várias reuniões, com coisas que se constroem. Se você falou sim na segunda-feira, então na sexta-feira ele vale. Não vamos mudar de acordo com o humor”, concluiu.



Via: RockBizz

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