Sexo, drogas e rock n’ roll já foi o lema de vida de muitos músicos e artistas ao longo das décadas, e essa trinca foi o motivo da derrocada de muitas pessoas. A lista é longa e contempla grandes nomes como Keith Moon (The Who), John Bonham (Led Zeppelin), Bon Scott (AC/DC), Layne Staley (Alice In Chains) e muitos outros.
Aqui no Brasil quem viveu bastante no limite e quase foi bater um papo presencial com a dona da foice foi o vocalista do Ratos de Porão, João Gordo. Trocando uma ideia com o Chuva, do canal Chuva TV, o cantor contou como está a cena punk atual e, claro, lembrou o período em que vivia a mil quilômetros por hora.
“As bandas de hoje são diferentes! O negócio do punk está meio pasteurizado. O negócio de ter vivido a letra quase ninguém vive hoje em dia. Você pega essas bandas de heavy metal, você acha que eles viveram aquelas letras? Isso é difícil! Dentro do Ratos tem muita coisa que eu vivi muito. É por isso que tem a letra”.
Gordo prosseguiu recordando o período em que atolava o pé na jaca e fazendo um contraponto ao momento atual da rock.
“Nos anos 90 e 2000 ainda estava todo mundo louco e esperneado. Eu estava do avesso! Hoje em dia é diferente, as pessoas não ficam mais tão do avesso como a gente ficava antes. Na época tinha os ‘after hour’; você ficava louco três dias”.
“Você novo, com vinte e cinco e trinta anos, fica doido e vivendo intensamente o rock. Eu só não morri porque fui um sortudo”, completou João.
Via: Rockbizz
