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Max Cavalera se orgulha de ser “um jovem de 17 anos preso em um corpo de 56”

2 semanas ago


Idade fisiológica nem sempre está alinhada ao amadurecimento do indivíduo. Tem gente bastante nova que é regrada e cuidadosa como uma pessoa de setenta anos. E tem o inverso: gente com idade avançada que não largou a adolescência e vive na intensidade de um jovem.

Em uma entrevista ao The Rockpit, Max Cavalera (Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) falou o que o inspira hoje em dia e destacou que se orgulha de ser “um jovem de 17 anos preso em um corpo de 56”. Portanto, Max se encaixa bem no segundo perfil que apontamos, anteriormente.

“Sou um homem curioso por natureza! Assistir a documentários do Paul Simon e coisas do tipo sempre me inspira. No que diz respeito à música, estou sempre à procura de coisas novas, sons e discos que realmente despertem meu interesse. Você acaba sendo influenciado por eles, às vezes com mais intensidade, às vezes menos. Mas acho que, no geral, sempre fui o mesmo cara; não mudei muito”.

O brasileiro continuou: “Então, literalmente, sou um jovem de 17 anos preso em um corpo de 56, por causa disso. Não deixo que outras coisas fora do metal, a política da música e tudo mais, destruam a pureza do motivo pelo qual me apaixonei por essa música em primeiro lugar. E isso é algo sagrado para mim. Eu luto com unhas e dentes para manter essa coisa sagrada viva: o Max Cavalera de 17 anos que simplesmente ama metal e é um nerd. Eu sou um nerd de verdade”.

“Eu gosto de tudo relacionado ao metal. Gosto de estudá-lo e aprender. Acho que você está sempre aprendendo. Você nunca para de aprender. Sempre tem alguém que pode te dizer algo que te faz pensar. Então, é ótimo. É um mundo incrível e você só precisa manter seus ouvidos e seus olhos abertos para a inspiração que vier e então usá-la”, concluiu Max.

E por falar em Max Cavalera, no finalzinho de outubro de 2025, o Soulfly lançou o seu novo álbum, que leva o interessante nome de Chama. Este é o décimo terceiro disco de estúdio do conjunto brasileiro e teve o lançamento pelo selo alemão Nuclear Blast Records.

O trabalho teve sua gravação no Platinum Underground Studio, em Mesa, Arizona, por John Aquilino, engenheiro de som que já trabalhou com Max em diversas ocasiões. A produção ficou por conta de Zyon Cavalera e Arthur Rizk, com este último também responsável pela mixagem e masterização. Já a arte da capa ficou sob a tutela de Carletta Parrish.

Chama está disponível em alguns formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (amarelo e vermelho), vinil picture disc e digital (download e streaming).

Track listing de Chama:

01. Indigenous Inquisition
02. Storm the Gates
03. Nihilist
04. No Pain = No Power
05. Ghenna
06. Black Hole Scum
07. Favela / Dystopia
08. Always Was, Always Will Be…
09. Soulfly XIII
10. Chama



Via: Rockbizz

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