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Iron Maiden: “Eu não queria ser uma imitação barata de cantor punk”, declara Bruce Dickinson

1 semana ago


Paul Bruce Dickinson nasceu em Worksop, Nottinghamshire, em 7 de agosto de 1958. Apesar do carinho por história e esgrima, o álbum In Rock, do Deep Purple, despertou uma epifania em sua vida, o trouxe para o rock n’ roll e o fez atender por Bruce Dickinson.

Em trecho do livro Iron Maiden – Infinite Dreams: The Official Visual History, que foi compartilhado pela Metal Hammer, o Air-Raid Siren contou quais são as suas inspirações na música e o que não queria ser de jeito nenhum como artista.

“Ian era um grande ídolo vocal para mim. Havia Ian Gillan, Arthur Brown e Ian Anderson [do Jethro Tull]. Todos eles tinham um tenor poderoso, um barítono extenso. Eu queria ser uma mistura de Ian Anderson e Ian Gillan, com notas malucas, letras incríveis e drama. Eu não queria ser uma imitação barata de cantor punk”.

E foi exatamente isso que Dickinson conquistou em sua carreira, já que tem a potência e registro alto como Gillan e desenvolvimento melódico criativo como Ian Anderson.

Tanto na Donzela de Ferro quanto em carreira solo, Bruce nunca se escorou em atalhos para deixar sua música mais palpável ao grande público, a fim de mais fama, sucesso e dinheiro.

Na verdade, ele sempre fez questão de caminhar em direção contrária do popular e do que está na moda. É só ouvir trabalhos como The Number of the Beast (1982), Somewhere in Time (1986) e Seventh Son of a Seventh Son (1988), Accident of Birth (1997) e The Chemical Wedding (1998) para sacar isso.



Via: Rockbizz