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É muito esquisito continuar existindo sem a presença física de Rita Lee, segundo o viúvo Roberto de Carvalho

4 horas ago


Rita Lee, um dos maiores nomes da música e do rock n’ roll brasileiro, morreu em 08 de maio, aos 75 anos, cercada de todo o amor de sua família, como sempre desejou. Rita foi diagnosticada com câncer de pulmão em 2021, e foi essa doença que ceifou sua vida.

Durante entrevista ao jornalista Diego Alejandro, da Folha de São Paulo, o guitarrista Roberto de Carvalho, 73, viúvo de Rita, refletiu sobre como é viver sem a presença da eterna companheira.

“A gente tinha uma conjuminação de personalidades tão forte, que é muito esquisito continuar existindo sem a presença física de Rita”, declarou Roberto. “Apesar de que, como eu sempre digo, a Rita continua sendo uma presença impresente”.

O músico acrescentou: “Eu continuo sentindo a existência dela aqui na minha vida, na nossa casa, como se fosse ainda como era. Mas não é. Então, o que você pode fazer? Você tem que se adaptar, continuar vivendo da melhor maneira possível e cumprir uma missão aqui na Terra”.

“De certa forma, eu fico muito aliviado, porque a Rita era muito clara no desejo dela de que eu não partisse antes dela. Então, tudo aconteceu de uma maneira gentil”, completou o viúvo da roqueira brasileira.

Rita Lee começou sua trajetória na música na adolescência integrando o Tulio’s Trio. O seu ofício de artista ganhou fama nacional quando integrou a banda Os Mutantes. Depois que saiu do grupo, ela se uniu ao Tutti Frutti, dando vida a discos como Fruto Proibido (1975) e  Entradas e Bandeiras (1976).

No final dos anos 1970, Lee partiu para uma bem-sucedida carreira solo, que lhe rendeu clássicos como Mania de Você, Doce Vampiro, Lança perfume, Tititi (Galinhagem) e muitos outros. O último trabalho de estúdio da cantora é Reza, que saiu em abril de 2012.



Via: RockBizz