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Casos de família: Rudolf Schenker joga a real sobre a personalidade do irmão caçula, Michael

4 horas ago


O ambiente em uma banda nunca é fácil, porque o ser humano é uma raça complexa! Algumas pessoas conseguem contornar bem os desafios que surgem pelo caminho e os estragos não são tão graves. No entanto, há músicos que são muito difíceis de trabalhar e aturar, o que coloca todo o projeto em risco.

E o que não faltam no rock e metal são exemplos de brigas, troca de pontapés e socos e processos para todos os lados. Metallica, KISS, Iron Maiden, Black Sabbath, AC/DC, Judas Priest, NIghtwish, Yes, Jethro Tull são alguns nomes que já tiveram problemas com músicos.

Em entrevista à revista Guitar World, o alemão Rudolf Schenker jogou a real sobre a personalidade do irmão caçula, Michael. Eles não conseguiram conviver bem na época em que trabalharam juntos no Scorpions.

“Eu já meditei muito sobe isso, aprendi sobre as pessoas. Aprendi sobre meu irmão, e que ele não é um jogador de equipe. Ele brilha sozinho. Você pôde ver isso no UFO, quando ele saiu da banda, e quando saiu do Scorpions.

Ele produz coisas incríveis; coisas fantásticas. Mas ele é difícil de controlar. Ele precisa criar sua própria visão e seguir seu próprio caminho. É assim com a maioria dos guitarristas solo nesse nível. Para mim, a banda é sobre tocar e me divertir. Ter o Michael na banda não era divertido, e era um pouco estressante”.

Rudolf acrescentou: “Ele não é um cara de banda. Ele é como Jeff Beck, ou seja, não é um cara de equipe. Mas o Matthias [Jabs] é, e era isso que estávamos procurando. Nós descobrimos que não precisávamos de uma superestrela; precisávamos de uma peça que se encaixasse no quebra-cabeça. Então fizemos uma turnê no Japão com o Matthias e deu tudo certo”.



Via: RockBizz