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Mike Shinoda ressalta a química e dinâmica com Emily Armstrong na nova versão do Linkin Park

5 horas ago


Substituir um integrante em uma banda nunca é fácil, pois mexe na estrutura da empresa como um todo. E quando a substituição é na parte vocal, a situação fica ainda mais delicada, com todos os movimentos sendo milimetricamente pensados para que o trem não saia dos trilhos.

Quem passou por isso recentemente foi o Linkin Park! Após o falecimento de Chester Bennington em julho de 2017, a banda ficou um tempo parada, mas resolveu voltar aos palcos com uma nova formação.

Para o posto de Chester, o grupo decidiu radicalizar na escolha, pois fichou uma mulher, o que foi uma sacada sensacional. Emily Armstrong chegou com personalidade e segurança para fazer o trabalho.

Em conversa com o canal do Lollapalooza Índia, Mike Shinoda e o DJ Joe Hahn ressaltaram a química e a dinâmica da banda com a chegada de Emily e do baterista Colin Brittain, que ocupa o lugar de Rob Bourdon.

Joe começou: “Acredito que grande parte do que nos define é o que acontece quando estamos juntos, geralmente na casa do Mike, no estúdio dele, antes mesmo de começarmos a compor. Nós ficamos conversando sobre a vida, coisas que nos interessam, coisas que nos incomodam e compartilhando experiências.

Isso nos leva a um tema ou a uma sensação específica que nos inspira a começar a compor. A inspiração sempre vem de algo diferente, mas, na verdade, vem de um coletivo. Chegamos a um ponto em que estamos animados para experimentar coisas novas.

E acho que foi aí que a Emily e o Colin entraram nesse ambiente que sempre tivemos, e foi muito natural para eles fazerem parte disso. Então, eu diria que muito disso se deve à nossa amizade, assim como às habilidades que cada um traz para o nosso grupo”.

Mike acrescentou: “Acho que é isso, como Joe disse! A química e a dinâmica surgiram ao longo de dias e semanas, e foi o que nos atraiu para eles, em vez de quaisquer outras opções que pudéssemos ter considerado.

Porque no início do novo álbum, não estávamos necessariamente pensando: ‘Ok, agora vamos recomeçar a banda e fazer shows’. Era realmente a questão de nos sentimos a fim de nos reunirmos, criarmos algo e sermos criativos. E isso era só entre nós, os membros originais.

Quando isso começou a acontecer, e foi a primeira vez que houve um impulso real, Emily e Colin entraram no processo separadamente e depois juntos, e tudo começou a acontecer”.

“E o mais legal é que eles têm as suas próprias versões da história de como se relacionam com a banda. Em sua formação musical, Emily aprendeu a cantar com Hybrid Theory. Era um dos discos que ela ouvia bastante.

Já o Colin, mesmo quando estávamos no estúdio trabalhando no From Zero, ele mudava do modo produtor ou compositor para o modo fã, e eu conseguia ver isso acontecer. Então, foi uma grande vantagem tê-lo em ambos os casos”, concluiu Shinoda.



Via: Rockbizz