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In The End se tornou hino do Linkin Park apesar de medo de Chester Bennington

5 horas ago


Por razões óbvias o debute de uma banda deve ser o mais próximo da perfeição, já que pode selar o destino do respectivo grupo. Muitas bandas conseguiram entender essa questão e transcrever a compreensão em forma de um repertório classe A.

O Linkin Park foi um nome do rock da década de 2000 que colocou essa ideia em prática e chegou ao mercado com tudo ao som de Hybrid Theory.

O disco, que rendeu quatro singles – One Step Closer, Crawling, Papercut e In the End – e alcançou as primeiras posições das paradas de sucesso, já bateu a marca de trinta e dois milhões de cópias vendidas em todo mundo.

Muito desse sucesso veio do hit In The End, que chegou a enfrentar certa resistência de Chester Bennington por ser suave. Em entrevista à Metal Hammer, Mike Shinoda forneceu alguns detalhes sobre a criação da canção.

“A música foi composta no lugar onde ensaiávamos! Era um espaço horrível em West Hollywood, que era cheio de prostitutas e traficantes de drogas. Hoje em dia tem um restaurante chique no local.

Eu passei uma noite sozinho compondo a música. Quando mostrei para o pessoal, eles gostaram muito.

Desde o momento em que aquela demo chegou, todos sabiam que era especial. Não queríamos escrever sobre brigas e tal. Muita coisa assim estava no ar, mas contrabalançamos com introspecção e outras reflexões sobre nós mesmos”.

Apesar disso, o cantor tinha medo que In The End passasse uma visão errada do Linkin Park e dos sons mais pesados da banda.

“Chester era um artista nato”, destacou Shinoda. “Em uma entrevista, ele podia dizer algo que achasse que provocaria uma boa reação”.

“Você o ouviria dizer de tudo, desde ‘eu gosto da música, mas nunca quis que fosse um single’ até ‘eu odiava a música’. Ele já declarou todas essas coisas diferentes. Todo mundo gostava da música, mas ele tinha reservas sobre lançá-la como single porque era a mais suave”, completou.



Via: RockBizz