Menu

Kiko Loureiro diz que não tem do que reclamar do período que trabalhou no Megadeth

5 horas ago


Kiko Loureiro integrou a empresa de Dqve Mustaine entre os anos de 2015 e 2023 e deixou como legado os álbuns Dystopia (2016) e The Sick, the Dying… and the Dead! (2022). Ao lado do ruivo e Cia, o guitarrista conquistou o Grammy de Melhor Performance de Metal com a faixa Dystopia.

Em setembro de 2023, o guitarrista brasileiro revelou que não participaria da então próxima etapa da turnê Crush The World para ficar em casa com seus filhos na Finlândia. Pouco tempo depois, o músico pediu demissão do negócio de Mustaine.

Em conversa com o canal Sixty Scales And The Truth, Kiko Loureiro disse que não tem do que reclamar do período que trabalhou no Megadeth.

“O período com o Megadeth foi ótimo, então não tenho do que reclamar. Mas foram oito anos, quase nove anos. Eu fazia turnês por cinco meses, talvez às vezes seis meses por ano, era muita coisa. É muito diferente de fazer 25 dias como fiz na minha turnê solo”.

O guitarrista seguiu falando sobre os motivos que o fizeram a sair da banda: “Nunca há apenas um motivo quando você toma uma grande decisão na vida. Um dos motivos foi a família. Esse foi o motivo mais importante. Depois da turnê, houve outra turnê de três meses, e aí foi tipo, ‘Ah, talvez isso seja demais’. Mas eu vinha lutando com esses pensamentos desde que entrei no Megadeth.

Minha filha tinha uns cinco anos quando entrei no Megadeth. No ano depois que eu entrei na banda, tive gêmeos. Então, todos aqueles anos no Megadeth foram difíceis, viajando e tendo gêmeos recém-nascidos em casa, e depois viajando de novo.

Isso te faz pensar muito, porque era o que eu sempre quis, estar em turnê e tocar guitarra. Mas com filhos a sua mentalidade, sua perspectiva, muda muito. Veio a pandemia e o outro álbum, e eu achei que oito, nove anos já eram suficientes”.

“Também senti que as crianças precisavam mais de mim do que antes. Havia alguns outros problemas acontecendo”, completou o músico.



Via: RockBizz