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Bruce Dickinson conta que não havia limites musicais no Iron Maiden e o quão ambicioso era Steve Harris

4 horas ago


No começo da década de 1980, logo quando entrou para o Iron Maiden, Bruce Dickinson ganhou o apelido de Air-Raid Siren – Sirene de Ataque Aéreo, em uma tradução livre -, devido a potência de seu instrumento de trabalho, ou seja, a voz.

Ele chegou na empresa querendo mostrar serviço, o que foi ótimo para o desenvolvimento do negócio. Sobre este assunto, Bruce conversou com o jornal The Guardian e contou que não havia limites musicais no Iron Maiden. Ele também destacou o quão ambicioso era Steve Harris, dono da banda.

“Era como ser atacante no Manchester City e me dizerem: ‘Vá jogar como centroavante’. Eu estava extremamente confiante porque tinha 21 anos. Eu sabia o quão ambicioso Steve era e aonde ele queria chegar com a música”.

“Era óbvio que a banda poderia ser absolutamente incrível. Eu adorava o fato de eles serem muito tecnicamente talentosos como músicos. Não havia limites, musicalmente”, completou Dickinson.

A primeira parceria em estúdio entre Bruce Dickinson e Iron Maiden foi The Number Of The Beast, de 1982. A partir daí o grupo se tornou uma máquina imparável e influência para várias gerações de músicos e bandas.

E por falar nisso, a história da Donzela de Ferro é amplamente contada no documentário Iron Maiden: Burning Ambition, que sairá em 07 de maio em algumas salas de cinema.

Além de contar com a participação da banda – Steve Harris, Dave Murray, Adrian Smith, Bruce Dickinson, Janick Gers e o aposentado Nicko McBrain –, o longa também terá a presença de Rod Smallwoodm empresário do grupo, além de celebridades e músicos como Javier Bardem, Lars Ulrich (Metallica) e Chuck D.



Via: RockBizz