
Durante coletiva de imprensa na edição Rock in Rio Lisboa. Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio, refletiu sobre os questionamentos do público que critica a falta de bandas de rock no festival.
Roberta afirmou que entende a insatisfação de parte do público, mas defendeu que a programação precisa acompanhar o comportamento do mercado e da venda de ingressos.
“E é muito engraçado porque os roqueiros são barulhentos. Então, quando não tem o rock, eles vão nas redes, fazem barulho, mas o primeiro dia que esgota é o pop”, afirmou Medina [via g1].
“A gente ama o rock. Está na nossa essência, está na nossa atitude. Mas o que a gente precisa construir são dias que funcionam para essas milhares de pessoas”, analisou a vice-presidente.
A empresária afirmou que o Rock in Rio continua valorizando o rock e o metal. Ela relembrou, de forma bem-humorada, que chegou a ter receio do público do gênero quando tinha 12 anos, durante a edição realizada no Maracanã, em 1991. Ao mesmo tempo, ressaltou que a definição do line-up depende das condições do mercado e da agenda dos artistas.
“A gente é rock, é pop. E a gente aqui até adotou o ‘all in Rio’. Porque é isso, é tudo. Sempre foi. Se a gente olhar para 1985, sempre foi sobre todos os estilos. Nunca foi só rock”, afirmou.
O Rock in Rio 2026 ocorrerá nos dias nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico. Os ingressos estão disponíveis através do site da Ticketmaster.
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Via: WikiMetal
