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Wes Borland celebra volta do Limp Bizkit aos holofotes: “Bizarro”

3 horas ago


Wes Borland, guitarrista do Limp Bizkit, refletiu sobre o recente aumento na popularidade de sua banda e a consequente volta do nu metal aos holofotes.

No auge de sua fama, entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000, o grupo vendia milhões de álbuns, mas era alvo de críticas frequentes e ridicularizado por críticos e pelo público. Com o renascimento do estilo, o grupo voltou a se destacar e passou a ser atração principal de grandes festivais ao redor do mundo.

À Consequence, Borland foi questionado sobre quais mudanças foram feitas internamente para que essa virada na carreira da banda acontecesse. O músico classificou o fato como “bizarro”, bem como citou uma conversa com sua esposa, na qual ela afirmou sentir um clima leve no grupo.

“Que ótima pergunta. Quão bizarro tem sido isso? Minha esposa geralmente diz: ‘Acho que é porque vocês finalmente estão se divertindo. E as pessoas conseguem ver isso. Vocês não se levam tão a sério’. Então talvez seja isso. Houve uma época em que tínhamos muita turbulência interna na banda. Nossos fãs percebiam e pensavam: ‘Ugh… tem uma merda obscura acontecendo lá’”, contou [transcrição via Consequence].

Para o guitarrista, o bom relacionamento interno ajudou a mudar a opinião de quem antes não gostava do Limp Bizkit. “Quando as pessoas param de levar as coisas tão a sério e relaxam um pouco, ficam um pouco mais velhas, percebem a sorte que temos de estar aqui”, seguiu.

“Em vez de pensarem: ‘Ah, eu não gosto disso porque você não gosta’, elas dizem: ‘Não ligo para esse estigma. Eu gosto dessa banda’. Acho que as pessoas percebem que estamos nos divertindo com isso novamente, ou talvez nos divertindo de verdade pela primeira vez. Porque nos primeiros anos, eu não sei o quanto a gente realmente se divertia”, concluiu.

Limp Bizkit perdeu “parte do DNA” com morte de Sam Rivers

Em entrevista ao Heavy Consequence, Wes afirmou que a química construída ao longo da carreira do grupo jamais será substituída, bem como Sam Rivers. Segundo o guitarrista, a notícia do falecimento do baixista causou um grande choque no ano passado, mas o verdadeiro processo de enfrentar o luto começou a surgir agora, meses depois.

“[O Sam] era como se fosse da família. Vou tentar não chorar. É exatamente como se tivéssemos perdido uma parte do nosso DNA. É muito difícil falar sobre isso com profundidade agora. O Sam não é uma pessoa substituível. Ele era o coração da banda. É loucura falar sobre isso. É muito emocionante. Acho que no ano passado, quando aconteceu, estávamos todos meio em choque, e agora estamos todos de luto”, disse [transcrição via Blabbermouth].

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Vitor Melo

Atual repórter do Wikimetal, estudante de Jornalismo e fã de metal, em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Sempre gostou de escrever e encontrou no jornalismo musical a sua vocação. Seus principais ídolos são Steve Harris, Adrian Smith e Ozzy Osbourne. [email protected]



Via: WikiMetal