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Adrian Smith compara trabalho de Di’Anno e Dickinson no Iron Maiden: “Bruce é mais profissional”

3 meses ago


Com o Iron Maiden, Paul Di’Anno registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Depois de sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo.

No Maiden, o vocalista não deu conta do job, além disso, tentou medir força com o chefe da empresa, o baixista Steve Harris, o que azedou muito a relação entre o patrão e o empregado. Para o posto de Paul, a banda fechou contrato com Bruce Dickinson, ex-frontman do Samson.

Em conversa com a Metal Hammer Alemanha, o guitarrista Adrian Smith comparou o trabalho de Di’Anno e Dickinson no Iron Maiden. Para Adrian, Bruce é mais profissional.

“Assim que Bruce entrou, a gente percebeu que ele era um cara muito diferente de Paul”, começou Smith. “Ele era uma pessoa muito focada em sua arte. Ele era um cantor que cuidava de sua voz. Bruce é Bruce, e provavelmente era um pouco mais profissional”.

O guitarrista deixou a comparação de lado e preferiu seguir destacando as capacidades e atributos de Dickinson.

“Ele sempre foi uma potência! Bruce conseguia cantar por seis noites seguidas! É um cara que simplesmente continua cantando, cantando e cantando. Isso permitiu que a banda progredisse, fizesse turnês e continuasse crescendo”.

Às viúvas de Paul! Não há motivo para demonizar a posição de Adrian Smith por preferir trabalhar com um indivíduo do que o outro. Ter preferência por isto ou aquilo ou por este ou aquele é algo bastante comum e se aplica aos músicos também. O guitarrista apenas foi seguro o suficiente para tomar partido do amigo de trabalho.



Via: RockBizz

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