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“Além de Fefe Metal, de Fernanda Lira da Crypta, eu sou headbanger, sou do metal e fã”, afirma a artista

50 minutos ago


Todas as vitórias da cultura brasileira, em especial do rock n’ roll e do heavy metal, devem ser motivos de muita, muita celebração, visto que brilhar nos palcos ao redor do globo requer muito suor, lágrima e infinitas horas de trabalho duro.

E uma das bandas nacionais que vem fazendo sucesso no mercado interno e estrangeiro é a Crypta, banda liderada pela vocalista e baixista Fernanda Lira. Todavia, mesmo com a curva ascendente na carreira, o grupo já precisou lidar com a saída de alguma integrantes.

Em conversa com o TMDQA, a artista falou brevemente sobre o processo de buscar a substituta da guitarrista Jéssica Falchi, que saiu em março de 2025. Ela, inclusive, deixou claro que é fã de metal, headbanger, portanto, sabe o quão importante é para os fãs a entrada e saída de integrantes.

“A pessoa que a gente estava buscando tinha critérios bem específicos, internos, e essa foi a ideia. A gente achou que seria bom sermos transparentes com a galera, porque eu, além de Fefe Metal, de Fernanda Lira da Crypta, eu sou headbanger! A galera esquece, mas eu sou headbanger, eu sou do Metal, e eu sou fã. Eu sei como é essa sensação, como as pessoas ficam ansiosas para saber”.

Ela continuou: “Por exemplo, quando a Crypta nasceu – a Crypta nasceu ali na metade de 2019, e a minha ideia era anunciar a Crypta só quando a gente tivesse o disco, em 2021. Só que quando estávamos eu e a Luana [Dametto] saindo da Nervosa, os fãs ficaram desesperados: ‘Mas e aí, vocês vão continuar?’ Então, em respeito ao fã, a gente adiantou em 1 ano o anúncio da banda. É essa conexão que a gente tem com os fãs, esse é o respeito que a gente tem”.

“Claro, não é tudo que precisa estar 100% transparente, porque é business, né? Mas eu acho que dar uma satisfação de: ‘Gente, olha, esse é o processo, vamos demorar, vamos fazer com calma para fazer a escolha certa’.

A gente resolveu fazer isso. Claro, teve uma confusão ou outra no sentido de que as pessoas não estavam entendendo algumas coisas, mas no geral a galera entendeu e eu acho que foi a melhor coisa que a gente fez, porque a gente pôde conviver com essas guitarristas fantásticas”, completou o metaleira.



Via: Rockbizz