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Bobby Weir, cofundador do Grateful Dead, morre aos 78 anos por problemas pulmonares

3 semanas ago


Mais uma baixa no rock n’ roll! Bobby Weir, cofundador do Grateful Dead, morreu aos 78 anos por problemas pulmonares, segundo a sua família. A informação do falecimento do artista saiu em suas redes sociais oficiais.

A nota informou: “É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Bobby Weir. Ele partiu em paz, cercado por seus entes queridos, após vencer corajosamente o câncer como só ele sabia fazer. Infelizmente, sucumbiu a problemas pulmonares preexistentes.

Por mais de sessenta anos, Bobby esteve na estrada. Guitarrista, vocalista, contador de histórias e membro fundador do Grateful Dead, Bobby será para sempre uma inspiração cuja arte singular remodelou a música americana.

Seu trabalho fez mais do que preencher salas com música; foi como um calor reconfortante que preenchia a alma, construindo uma comunidade, uma linguagem e um sentimento de família que gerações de fãs carregam consigo. Cada acorde que ele tocava, cada palavra que cantava era parte integrante das histórias que ele tecia. Havia um convite: para sentir, questionar, vagar e pertencer.

Os últimos meses de Bobby refletiram o mesmo espírito que definiu sua vida. Diagnosticado em julho, ele iniciou o tratamento apenas algumas semanas antes de retornar ao palco de sua cidade natal para uma celebração de três noites em comemoração aos seus 60 anos de música no Golden Gate Park.

Aquelas apresentações, emocionantes, comoventes e cheias de luz, não foram despedidas, mas presentes. Mais um ato de resiliência.

Um artista que escolheu, mesmo naquela época, seguir em frente por sua própria vontade. Ao nos lembrarmos de Bobby, é difícil não sentir o eco da maneira como ele viveu. Um homem à deriva, sonhando, sem nunca se preocupar se a estrada o levaria para casa. Um filho de incontáveis ​​árvores. Um filho de mares infinitos.

Não há um fim definitivo aqui, na verdade. Apenas a sensação de alguém partindo novamente. Ele frequentemente falava de um legado de trezentos anos, determinado a garantir que o repertório perdurasse muito depois dele.

Que esse sonho continue vivo através das futuras gerações de Grateful Dead. Nos despedimos dele da mesma forma que ele se despediu de tantos de nós: com uma despedida que não é um fim, mas uma bênção. Uma recompensa por uma vida que valeu a pena ser vivida”.

“A família, Natascha, Monet e Chloe, pede privacidade neste momento difícil e agradece a todos pelas demonstrações de amor, apoio e lembranças. Vamos honrá-lo não apenas na tristeza, mas também na coragem com que seguimos em frente, com corações abertos, passos firmes e a música nos guiando para casa. Deixemos isso para trás e vejamos o que o amanhã nos reserva”.



Via: Rockbizz

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