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Bruce Dickinson analisa sua saída do Iron Maiden nos anos 90: “Não fazia ideia de que seria um evento catastrófico na vida das pessoas”

3 meses ago


No final de 1981, Bruce Dickinson assumiu o posto de frontman do Iron Maiden e colaborou de maneira ativa para a consolidação do grupo como uma das maiores potências do heavy metal em todo o mundo.

Seja com o vocal super potente, o que lhe rendeu o apelido de Air-Raid Siren, e com a sua ímpar capacidade de interpretação e criação, o cantor cativou um lugar especial no coração dos fãs, os quais o têm como uma espécie de divindade.

Portanto, quando ele resolveu sair do Iron Maiden, na primeira metade da década de 1990, para seguir em carreia solo, alguns fãs ficaram sem norte, sentindo, de fato, um grande desconforto em suas vidas.

Em conversa com a Metal Hammer, Bruce Dickinson analisou a sua saída do Iron Maiden nos anos 90.

“Acho que fui um pouco ingênuo, porque eu não fazia ideia de que seria um evento catastrófico na vida das pessoas. Eu pensava: ‘Eu sou apenas um cantor! Existem outros cantores’. A minha esposa disse o seguinte: ‘Quando você saiu, não importava se você tivesse feito o melhor disco do mundo. Ninguém conseguiria ouvi-lo porque era simplesmente avassalador o fato de você não estar mais no Maiden’”.

“Se eu tivesse simplesmente ficado onde estava, eu não tenho certeza se o Iron Maiden seria o que é hoje”, admitiu Bruce. “Eu quase acabei com a minha carreira solo ao voltar para o Maiden, porque era óbvio que eu não teria tempo para fazer mais nada com todas as turnês, shows e composições que estávamos fazendo”.

“No entanto, neste momento, eu estou confortável com a situação do Maiden porque temos essa incrível teatralidade acontecendo. Além disso, as músicas se tornaram mais progressivas. Isso pode não agradar a algumas pessoas, mas agrada à banda”, completou a estrela do rock.



Via: RockBizz

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