Após ficar meses em turnê com o Iron Maiden, Bruce Dickinson iniciou na última sexta-feira, 22 de agosto, no House Of Blues em Anaheim, Califórnia, Estados Unidos, sua turnê solo, que leva o nome de The Mandrake Project Tour 2025.
Para promover o giro, que tem o foco nos Estados Unidos e Canadá, o cantor concedeu uma entrevista ao programa de rádio Full Metal Jackie. Na conversa, Dickinson aproveitou a oportunidade e contou qual capa de disco o assustou e o introduziu à obra de William Blake.
“Quando eu era criança, havia uma banda chamada Atomic Rooster. Eles tinham um álbum chamado Death Walks Behind You. A capa dupla tinha a pintura de Nabucodonosor, de Blake. Eu não sabia quem era. Eu não sabia que era Blake. Eu não sabia de nada. Tudo o que sei é que essa pintura me assustava completamente. É o rei olhando ao redor e basicamente se transformando em uma fera. Ele enlouqueceu. É algo extraordinário.
Mais tarde, percebi que havia algumas outras pinturas muito parecidas e vi que eram do mesmo cara. Então, comecei a ler um pouco sobre Blake. Quando estava fazendo The Chemical Wedding, tentei me inspirar nele em termos de composição de letras, alquimia e coisas do tipo. Eu queria usar a poesia dele para fazer letras, cenários e coisas do tipo. Desde então, ele tem sido uma inspiração para mim”.

The Chemical Wedding é o quinto registro de estúdio solo de Bruce, o material, que saiu em 15 de setembro de 1998, é pautado pelos vocais afiados de Dickinson e pelas linhas de guitarras pesadas de Adrian Smith e Roy Z.
Sons como King in Crimson, The Tower, Killing Floor, Book of Thel, Jerusalem e Trumpets of Jericho são alguns dos destaques da obra, que chegou ao 55º lugar das paradas britânicas.
Via: Rockbizz
