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Bruce Dickinson reflete sobre a devoção tribal que os fãs têm pelo Iron Maiden

2 meses ago


O cantor Bruce Dickinson refletiu sobre a devoção tribal que os fãs têm pelo Iron Maiden. Ele usou como objetivo de análise a sua saída da banda em 1993. Naquela época, grande parte do público não curtiu o seu segundo álbum solo só pelo fato de não ser mais um integrante da Donzela de Ferro.

“Minha esposa comentou o seguinte comigo: ‘O problema foi que, quando você saiu, não importava se você tinha feito o melhor disco do mundo, ninguém conseguia ouvi-lo, ninguém ia dar uma chance porque era simplesmente avassalador o fato de você estar mais no Iron Maiden’”, disse Bruce em nova entrevista à revista Metal Hammer.

Dickinson encerrou a sua análise fazendo uma analogia com o futebol: “Eu não conseguia entender essa lógica. É o mesmo motivo pelo qual não torço para um time de futebol. Torço para o melhor time de futebol; não torço para um time qualquer.

Não entendo essa coisa de torcida organizada. Entendo que é por isso que as pessoas amam tanto o Iron Maiden. Eu entendo, mas acho difícil incorporar isso em mim como uma forma geral de viver a minha vida”.

Após o lançamento de Balls to Picasso, em 1994, que foi o primeiro disco pós Maiden, o Air-Raid Siren se enveredou pelo rock alternativo em Skunkworks (1996). Depois desse passo, o cantor se aliou novamente ao guitarrista Adrian Smith para voltar à seara do metal com Accident of Birth (1997) e The Chemical Wedding (1998).

Nos anos 2000, no entanto, ele foi mais econômico nas atividades de sua carreira solo, visto que criou apenas o álbum Tyranny of Souls (2005). Já o sucessor dele, The Mandrake Project, só vislumbrou a luz do Sol em março de 2024.



Via: RockBizz

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