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Conheça os 11 álbuns do KISS que Ace Frehley, o Homem do Espaço, ajudou a criar

4 meses ago


O fantástico mundo do rock n’ roll ficou menos brilhante na última quinta-feira, dia 16 de outubro, com o falecimento de Ace Frehley. O mascarado, que tinha fascínio pelas estrelas e cosmos, foi um dos criadores da banda mais quente – o KISS.

Algumas semanas atrás, o eterno Homem do Espaço sofreu uma hemorragia cerebral ao cair em seu estúdio, no entanto, a sua saúde não melhorou e acabou sucumbindo à tragédia. Ele tinha 74 anos.

E como bem disse o guitar hero Steve Vai, “Ace Frehley foi a personificação da atitude rock n’ roll – sem remorso, barulhento e irresistivelmente cativante. Os seus riffs eram arrogantes, seu timbre era mordaz e sua presença iluminava os palcos como uma supernova”.

Dito isso! Queremos, como uma singela homenagem, recordar brevemente os 11 álbuns do KISS que Ace Frehley ajudou a criar. Esses discos serviram de base para o rock de arena curtido nos apelos teatrais que mudaram a vida de muitas pessoas ao redor do mundo. Sem delongas, vamos aos trabalho.

KISS: Nas paradas de sucesso, o debute do quarteto mascarado não causou muita comoção, visto que ficou com a 87ª posição da Billboard 200. Todavia, o repertório estava repleto de joias sonoras como Strutter, Deuce, “Nothin’ to Lose, Cold Gin e Black Diamond.

Hotter than Hell: A criação de discos de estúdio nos anos 1970 era quase em escala industrial. Os grupos e artistas não faziam corpo mole, não. Dessa forma, ainda em 1974, o KISS botou na praça seu segundo petardo.

A obra musical só rendeu um single, Let Me Go, Rock ‘n’ Roll, entretanto, tinha em seu track listing hits como Got to Choose, Parasite e faixa-título. Parasite, inclusive, foi composta por Ace, mas conta com os vocais de Gene Simmons.

Dressed to Kill: Em meados da década de 1970, a concorrência era imensa! De Black Sabbath lançando Sabotage até Led Zeppelin com a sua obra-prima Physical Graffiti, a vizinhança não estava para brincadeira.

O KISS, por sua vez, não deixou por menos e lançou seu terceiro full length, o qual veio com o hino Rock and Roll All Nite. A faixa ultrapassa fronteiras, já que pessoas fora do campo rock n’ roll a conhecem. Poucas bandas conseguiram tal façanha.

Destroyer: Com a pressão da gravadora para criar um álbum de sucesso, os quatro cavaleiros a serviço do Satã se uniram ao produtor Bob Ezrin para um passo decisivo na carreira. Em seu quarto disco, o KISS se mostrou mais sofisticado e seguro.

O resultado veio em clássicos atemporais como Detroit Rock City, Beth, Shout It Out Loud e Do You Love Me. Destroyer já vendeu mais de dois milhões de cópias só nos Estados Unidos.

Rock and Roll Over: Apesar de não ter a mesma pompa de seu antecessor, o quinto registro de estúdio dos caras se manteve bem nas paradas de sucesso. Na Billboard 200, por exemplo, ele ficou com a décima primeira posição.

A vendagem foi bacana, também, visto que ficou na casa do milhão. Calling Dr. Love e Hard Luck Woman embalam o álbum.

Love Gun: Em sua sexta aventura musical, o KISS manteve o pique do hard rock de arena. I Stole Your Love, Christine Sixteen e a faixa-título garantiram esse privilégio. O disco também conta com Shock Me, que foi escrita e cantada por Frehley. Um de seus destaques da carreira.

Dynasty: Bem, os sinais de desgastes na relação já estavam evidentes. Infelizmente, as bebidas e as drogas começaram a corroer a relação entre os dois lados da banda: Gene e Paul em um canto e Ace e Peter do outro.

Além disso, a banda se rendeu a disco music, com a faixa I Was Made for Lovin’ You. Para os fãs mais ortodoxos foi um golpe baixo para se manter em evidência.

A dupla 2,000 Man, cover de The Rolling Stones, e Sure Know Something ainda tentou salvar a lavoura, mas sem muito sucesso.

Unmasked: O cansaço criativo era notório e a tentativa de se manter com a cabeça fora d’água chegava a ser angustiante. Em seu oitavo trabalho, o KISS viu as vendas despencarem e o seu nome ficar nos últimos lugares das paradas.

Os cinco singles Talk to Me, Shandi, Tomorrow, Is That You? e What Makes The World Go ‘Round não seguraram a onda e fez o navio começar a afundar de vez.

Music from “The Elder”: A tentativa de criar uma obra conceitual foi uma cartada infeliz! A banda não estava dando conta do arroz com feijão, mas, mesmo assim, quis se meter nas estradas sinuosas e complexas do progressivo. Decisão errada, a qual adiantou o inevitável desfazimento da formação original.

Creatures of the Night: Tentando se adequar aos anos 80, o KISS conseguiu, em certa medida, achar um cantinho para chamar de seu em tal época. O hit I Love It Loud foi decisivo para esse movimento, enquanto que a faixa-título comia pelas beiradas do primeiro single. Na Billboard 200, eles ficaram com o 45º lugar e as vendagens ficaram na casa de meio milhão.

Esse foi o último disco de Ace Frehley com o KISS até o final dos anos 1990, quando eles voltaram com a formação original.

Psycho Circus: Escorado pelo sucesso do MTV Unplugged e a turnê de reunião, o KISS resolveu voltar ao estúdio com sua formação original. Teve o bedelho de meio mundo na criação do álbum e a presença de muitos músicos de estúdio para a sua gravação, mas, ainda assim, lá estavam os quatro mascarados juntos.

Nas paradas, o álbum foi muito bem, alcançando a terceira posição na Billboard 200 e o segundo lugar no chart inglês.

Essa foi a última vez que Paul Stanley, Gene Simmons, Ace FrehLey e Peter Criss assinaram uma mesma obra de estúdio em parceria.



Via: RockBizz

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