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Demon Hunter processa Netflix por uso indevido de marca devido a filme de K-pop

19 horas ago


A banda norte-americana de metal cristão, Demon Hunter, processou a Netflix e a produtora AEG Presents por violação de marca registrada, concorrência desleal e confusão de marca devido ao filme KPop Demon Hunters (2025).

A ação, movida na última terça-feira, 18, é fundamentada no recente anúncio de uma turnê ao vivo baseada na animação, lançada em parceria da plataforma de streaming com a produtora. Formado em 2000, o quinteto alega que o fato causa uma “sobreposição quase completa” com os serviços que a banda já fornece há mais de duas décadas no mercado da música.

Para exemplificar, o grupo alega que um fã gastou US$ 500 (cerca de R$ 2.500) em ingressos para um show do Demon Hunter na cidade de Albany, em Nova York, apenas para pedir o reembolso logo em seguida, alegando que queria assistir aos “verdadeiros KPop Demon Hunters” [via NME].

“Os réus são empresas gigantescas que guardam zelosamente e aplicam seus próprios direitos de propriedade intelectual, desconsiderando intencionalmente os direitos de terceiros em busca de lucros”, cita o processo.

A banda exige um julgamento com júri, a restauração de seus interesses de direito sobre a marca “Demon Hunter” e uma liminar que impeça a Netflix de usar o nome no projeto de K-pop. O grupo ainda busca restituição e o pagamento de indenização por danos triplos.

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Via: WikiMetal