Um dos principais nomes do hard rock surgidos no final da década de 1980, o Extreme levou apenas três anos para retornar ao Brasil e se apresentar no Monsters of Rock 2026. Liderado pelo genial Nuno Bettencourt, o grupo norte-americano vive um dos melhores momentos de sua carreira após o lançamento de Six (2023), mas tudo isso sem deixar de lado seus clássicos que marcam época até hoje.
No auge de seus 62 anos, Gary Cherone impressiona pela enorme vitalidade no palco. O vocalista alcança notas altas facilmente e esbanja um carisma impecável. Já Bettencourt é simplesmente um guitar hero nato que dispensa qualquer tipo de apresentação; ostentando um boné da Seleção Brasileira, o português foi ovacionado por todos, inclusive por crianças acompanhadas de seus pais na plateia.
Sobre a apresentação em si, uma palavra a define: energia. Do início ao fim, o público vibrou sem parar um segundo sequer e cantou música por música do setlist, especialmente a atemporal “More Than Words”, responsável pelo momento mais aguardado e emocionante do show, devidamente iluminado e registrado pelos celulares dos fãs. “Play With Me”, outro grande hit da banda, foi tocado logo no início e ajudou a aquecer os fãs para o restante da apresentação.
Com status de veterana no Brasil, a banda fez sua estreia por aqui em 1992. Trinta e quatro anos depois, o Extreme prova que segue entregando um hard rock técnico, de altíssima qualidade e com músicas que, de fato, valem “mais do que palavras”.
LEIA TAMBÉM: Halestorm une carisma e empoderamento feminino no Monsters of Rock 2026
Via: WikiMetal
