Gary Holt é um guitarrista à moda antiga, ou seja, é um cara cujo o trabalho se baseia nos riffs colossais de Tony Iommi (Black Sabbath), Jimmy Page (Led Zeppelin), Ritchie Blackmore (Deep Purple) e afins.
Com isso, durante uma recente sessão de perguntas e resposta no canal Rock City Music Company, Gary refletiu sobre os guitarristas modernos que não colocam convicção e paixão em seus riffs.
“Você toca até o riff falar com você! Eu adoro riffs! Continuo sendo um grande fã. Parece muito narcisista dizer que sou super fã dos meus riffs, mas quando escrevo um riff realmente bom, ainda fico arrepiado. Eu simplesmente adoro. E quando você está gravando e ouve de volta com as guitarras e uma bateria poderosa é algo incrível”.
Holt acrescentou: “Há um número limitado de notas em uma guitarra. Há opções limitadas sobre o que você faz com elas, mas o que importa é a paixão que você coloca nelas. Quantas vezes podemos repetir Mi, Mi, Fá? Todo mundo consegue. Mas o que importa é a convicção que você coloca no que está criando”.
“Tente dobrar as notas, em termos de ritmo. As pessoas não fazem isso o suficiente. Dime [Darrell – Pantera] fez isso muito bem. Você pode dobrar todos os riffs. É simplesmente compor riffs e se divertir. É só uma questão de encontrar algo que fique na cabeça”, concluiu.
Assista a entrevista completa no tocador a seguir:
Via: RockBizz
