O ex-baixista do Deep Purple, Glenn Hughes, 74, concedeu uma entrevista a rádio argentina Rock & Pop 95.9 e teceu a sua opinião sobre a atual cena roqueira. O icônico músico parece não estar muito esperançoso com a atual safra artística.
“Com as novas músicas, eu não ouço um novo Prince. Não ouço um novo Jeff Buckley. Não ouço um novo Led Zeppelin. Não ouço um novo The Rolling Stones. Não ouço nada. Então, para mim, eu estou esperando para ouvir algo especial. Algo realmente especial. Espero que isso aconteça”.
Glenn acrescentou: “Hoje em dia, com a IA [Inteligência Artificial], acho que é tudo muito artificial. Não acho que seja orgânico. Acho que, nos bastidores, não é real. Não é como deveria ser. O que eu gostaria de ouvir é alguém com um piano e uma voz, ou uma guitarra e uma voz, e nada mais.
Algo bem simples, com três minutos de duração, algo bem orgânico e que te prenda imediatamente, como antigamente. Veja bem, não estou falando de ‘como costumava a ser’. Só acho que seria melhor se pudéssemos ter algo realmente original e muito melódico”.
Assista o bate-papo completo no tocador abaixo:
Glenn Hughes tem lugar de fala pois tem no currículo álbuns como Burn (1974), Stormbringer (1974) e Come Taste the Band (1975). Ele também já trabalhou com o riff master Tony Iommi, chefe do Black Sabbath, e os virtuosos Gary Moore, John Norum e Joe Bonamassa.
Via: RockBizz
