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Jayler e Dirty Honey representam nova geração no Monsters of Rock 2026

5 horas ago


Neste sábado, 04, acontece no Allianz Parque, em São Paulo, o Monsters of Rock 2026. Após a histórica edição de 30 anos realizada em 2025, o festival retorna para uma nova maratona de shows ao longo do dia com um line-up que inclui nomes de diversas eras do rock e do metal.

Para abrir a programação, duas promessas da atualidade subiram ao palco: Jayler e Dirty Honey. Embora tenham menos de uma década de carreira, ambos os grupos já conquistaram visibilidade, reconhecimento de veteranos e despontam como atrações que merecem a atenção de quem é fã do bom e velho rock and roll. 

Jayler 

Fundada em 2022, e por isso a banda mais jovem da edição, o Jayler surge como o mais novo fenômeno viral do hard rock. Com uma essência pura do rock dos anos 1970, o grupo britânico conta com uma forte inspiração tanto musical quanto visual em nomes como Led Zeppelin e até mesmo Greta Van Fleet em seu DNA, o que justifica seu crescimento exponencial nas redes sociais.

O quarteto é liderado pelo vocalista e guitarrista James Bartholomew, cuja performance e aparência remetem diretamente ao icônico Robert Plant. Mesmo sendo a primeira atração do dia, o grupo garantiu bons momentos e capturou a atenção do público que já ocupava o estádio, especialmente nos solos de guitarra e nas interações de James, que descreveu os brasileiros como “um dos melhores públicos do mundo”. Para além da clara influência de gigantes do estilo, o Jayler merece destaque por manter o espírito do rock clássico vivo e renovado.

Dirty Honey 

Diretamente de Los Angeles, Califórnia, o Dirty Honey completará uma década de carreira em 2027, mas já conta com um feito inédito em sua história: ser a primeira banda independente a liderar as paradas de rock da Billboard. Inspirado principalmente por Aerosmith, The Black Crowes e pelo blues, o quarteto norte-americano conta com dois álbuns de estúdio e já abriu shows de nomes como The Who e KISS. A estreia no Brasil ainda acontece sob um contexto interessante: São Paulo é a segunda cidade no mundo que mais escuta o grupo no Spotify.

Sob o comando do carismático Marc LaBelle — que chegou a cantar próximo à grade —, o grupo entregou uma apresentação sólida, sustentada pelo entrosamento da banda e pelo trabalho do guitarrista John Notto, que conquistou o público com sua versatilidade e técnica. Com hits como “When I’m Gone”, o Dirty Honey segue firme ao mostrar o rock and roll em sua forma mais pura.

Vitor Melo

Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos.



Via: WikiMetal