Há muito anos João Gordo, líder do Ratos de Porão, é um militante a favor de pautas progressistas que visam o bem social. O músico não fica apenas no discurso, já que ele atua na linha de frente para mitigar a fome das pessoas em situação de rua.
Com o projeto Solidariedade Vegan, João, com o apoio da esposa Vivi Torrico e outros voluntários, alcança diariamente entre cento e vinte a cento e cinquenta pessoas em situação de vulnerabilidade nas ruas do centro de São Paulo.
O apoio às pessoas é de segunda-feira a sexta-feira, e vai além das marmitas. A equipe do Solidariedade Vegan supre também outras necessidades básicas como café-da-manhã, chinelos, água potável, cobertas e roupas.
Além disso, em datas especiais, como Natal e Ano Novo, eles se reúnem para levar mais cuidados e carinho a quem necessita.
E é óbvio que o ícone do punk nacional não deixa por menos e usa os seus canais oficiais para se manifestar e apontar o que considera errado em nossa sociedade.
Recentemente, ele compartilhou por meio de story um reel da página Dourado.mj, que reflete sobre fanatismo em torno de Jair Bolsonaro e o preconceito que se extrai desta doutrina.
O trecho que João compartilhou informou o seguinte: “O Bolsonaro não criou essa legião de fanáticos, ele só deu coragem para quem já era intolerante, paranoico e descompensado. Mas essas figuras já estavam entre nós no churrasco e grupo da família, no banco e na igreja. A diferença é que agora eles se acham profetas da verdade absoluta.
Foi só aparecer o mito do soluço, esse grande líder que fala como se estivesse engasgado com um pedaço de autoritarismo que tudo fez sentido para essa gente. Ele ensinou que preconceito podia ser chamado de opinião, que ódio podia virar fé e que ignorância podia ser liberdade de expressão.
De repente era bonito dizer que era contra vacina, contra escola, contra artista, contra pobre e contra tudo que parecesse humano.
Mas o pior foi quando essa insanidade ganhou púlpito, quando canalhas viraram pastores, deputados e influenciadores, que passaram a usar Deus como escudo para justificar barbaridades. É gente que grita Deus acima de tudo de todos, mas passa a semana querendo que todos morram, menos eles e os deles.
E quando são cobrados não respondem com argumentos, choram perseguição, falam de censura e juram que Deus vai se vingar por eles, porque agora até a fé virou serviço de entregas expressas”.
Veja a mensagem e a animação completa na postagem logo abaixo:
Via: Rockbizz
