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Kanye West manda o “foi mal, tava doidão” e David Draiman corre para aplaudi-lo

1 semana ago


O ano de 2026 não completou nem o primeiro mês e parece que já se passaram décadas, visto o número de problemas e reviravoltas que já aconteceram. E tem mais uma envolvendo o mundo da música e entretenimento.

Nesta segunda-feira, 26 de janeiro, o rapper Kanye West publicou um anúncio de página inteira no Wall Street Journal pedindo desculpas formalmente por seu comportamento antissemita frequente nos últimos anos.

No anúncio, West revelou que está em tratamento para um problema cerebral após ter sofrido o que chamou de “um episódio maníaco de quatro meses com comportamento psicótico, paranoico e impulsivo que destruiu minha vida” no ano passado.

Kanye destacou que seu discurso de ódio foi resultado de um momento de perda de contato com a realidade.

“Lamento profundamente e estou profundamente envergonhado pelas minhas ações naquele momento e estou comprometido com a responsabilização, tratamento e mudanças significativas. Isso não justifica o que fiz, no entanto. Não sou nazista nem antissemita. Amo o povo judeu”.

Depois que Kanye West mandou o “foi mal, tava doidão”, David Draiman correu para aplaudi-lo nas redes sociais.

Para quem não conhece Draiman, ele é o vocalista da banda de metal Disturbed, que tem mais de trinta anos de carreira. Além disso, o artista foi o cara que “autografou” uma bomba que foi jogada em civis em Gaza. Esse lamentável episódio aconteceu em junho de 2024, quando o rock star visitou Israel e as Forças de Defesa de Israel (IDF).

Na ocasião, ele assinou um projétil de artilharia com a frase: “Foda-se o Hamas”. A motivação para sua atitude foi o triste evento de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza.

Voltando ao caso West, David usou as redes sociais para fornecer a sua opinião sobre o lampejo de consciência do rapper e lhe fornecer algumas dicas.

“Caro, Kanye West! Obrigado por isso! Infelizmente, isso não desfaz o dano causado, e não tenho certeza se algo algum dia poderá… mas permita-me sugerir também: 1. Participar de eventos de união entre negros e judeus, eu vou com você? 2. Apagar Heil Hitler do seu catálogo?”

Só o tempo dirá se o pedido de desculpas foi para valer ou apenas uma estratégia para não ficar tão mal falado no mercado musical.





Via: Rockbizz