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Kiko Loureiro conta qual a ordem boa para ouvir os discos do Angra e se vai retornar à banda

3 meses ago


O guitarrista carioca Kiko Loureiro (ex-Megadeth, ex-Angra) é um artista que sempre soube jogar o jogo do mercado fonográfico.

As provas disso estão aí para todo mundo ver e se espelhar, e vão do contrato com a gigante Ibanez até parceria com o Megadeth, o que lhe rendeu o Grammy de Melhor Performance de Metal com Dystopia – faixa homônima ao décimo quinto trabalho de estúdio do grupo, que saiu em janeiro de 2016.

Além disso, Kiko possui os seus cursos de guitarra, faz palestra sobre music business e está sempre em contato com os fãs pelas redes sociais. Ele simplesmente usa a praticidade dos meios de comunicação a seu dispor.

Com isso, volta e meia, Loureiro pede para o público lhe fazer qualquer pergunta. E ele, por meio de stories, de fato as responde.

Recentemente, um fã o questionou sobre uma ordem boa para ouvir os álbuns do Angra. Ele respondeu o seguinte: “Não sei se tem uma ordem boa! Pode ser a cronológica! Mas eu acredito que o Holy Land (1996) e o Temple of Shadows (2004) representam bem o conceito do Angra.

Eles representam bem o que o Angra quis ser musicalmente e conceitualmente. Então, eu ouviria o Holy Land, que é mais antigo, e o Temple of Shadows, que um pouco mais moderno. Ele é antigo também, mas é um pouco mais moderno na sonoridade e até nas ideias”.

Na mesma sessão de perguntas e respostas, outro seguidor o perguntou se tem planos de voltar a trabalhar ao lado do Angra. Kiko, tocando a introdução de Rebirth, faixa-título do quarto disco da banda, respondeu na lata que não.



Via: RockBizz

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