No último domingo, dia 02 de novembro, Lô Borges, músico que uniu MPB, rock e jazz, morreu aos 73 anos. Tristemente, o músico faleceu em Belo Horizonte, cidade em que nasceu, por conta de uma falência de múltiplos órgãos. Ele teve uma intoxicação medicamentosa.
Muito influenciado pelos Beatles, Lô – nome real era Salomão Borges Filho -, mesmo muito jovem, mergulhou no universo musical. Para dar vazão à criatividade sonora, ele, ao lado do irmão Márcio Borges, e nomes como Fernando Brant, Beto Guedes, Flávio Venturini, Milton Nascimento, Ronaldo Bastos, Toninho Horta e Wagner Tiso formaram o Clube da Esquina.
O grupo conseguia amarrar em sua arte estilos díspares como MPB, jazz, rock, samba, bossa nova, música mineira e fortes doses de psicodelia. No ano de 1972, o álbum Clube da Esquina saiu e rapidamente se tornou um marco da produção artística nacional.
Apesar do ápice da carreira ter sido na década de 1970, Lô se mantinha atuante na música até os seus últimos dias.
Nos últimos anos, ele lançou trabalhos como Rio da Lua (2019), Dínamo (2020), Muito Além do Fim (2021), Chama Viva (2022), Não Me Espere na Estação (2023), Tobogã (2024) e Céu de Giz (2025) – este último foi em parceria com Zeza Baleiro.
Pelas rede sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, se manifestou sobre o falecimento do artista mineiro.
Ele escreveu: “Hoje nos despedimos de um dos grandes nomes da nossa música popular brasileira, Lô Borges. Suas canções, que começaram a nascer nas esquinas de Belo Horizonte, ultrapassaram as fronteiras de Minas Gerais e estão gravadas não apenas em álbuns, mas na memória e no coração de milhões de brasileiros”.
Hoje nos despedimos de um dos grandes nomes da nossa música popular brasileira, Lô Borges. Suas canções, que começaram a nascer nas esquinas de Belo Horizonte, ultrapassaram as fronteiras de Minas Gerais e estão gravadas não apenas em álbuns, mas na memória e no coração de…
— Lula (@LulaOficial) November 3, 2025
Via: RockBizz
