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Músicos do Angra sempre têm que diminuir o trabalho de alguém, segundo Fabio Lione

1 semana ago


O vocalista italiano Fabio Lione (Angra, Rhapsody, Vision Divine) concedeu uma entrevista à revista Rolling Stone Brasil para fornecer a sua opinião sobre o hiato do Angra. Ele também aproveitou o espaço para apontar as decisões do grupo que considera equivocada.

Além disso, no mesmo bate-papo, Lione refletiu sobre sua vivência e relação com os colegas de trabalho. Ele ressaltou que os músicos do Angra sempre têm que diminuir o trabalho de alguém.

“A história dessa banda é engraçada, porque tenho a sensação de que os caras sempre têm que diminuir o trabalho de alguém”, disse Fabio de maneira direta e sem meias palavras.

Ele continuou recordando o primeiro vocalista da banda e enfatizando o estado em que encontrou o grupo quando começaram a parceria.

“Diminuir um pouco o trabalho de Andre Matos. Se não existisse Andre Matos… Aí diminui um pouco o trabalho do Fabio… A banda estava perdida. Estava fudida. O engraçado é isso”.

“Eu tenho essa sensação estranha, porque ele [Rafael Bittencourt – líder, guitarrista e único integrante da formação original] fala em contribuição. Você comemorou praticamente os melhores álbuns da banda comigo”, pontuou se referindo às turnês de celebração dos álbuns Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Rebirth (2001).

O italiano amenizou o clima de crítica ao afirmar que trabalhar para o Angra teve os seus pontos positivos.

“Foi uma experiência incrível que mudou minha vida. Conheci o Brasil, aprendi a falar português escutando as pessoas falarem. Uma cultura diferente! Tenho mais amigos no Brasil agora do que na Itália, para ser sincero”.



Via: Rockbizz