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“Não sou penetra na festa de ninguém”, diz Tommy Aldridge sobre último show de Ozzy Osbourne

2 horas ago


O Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira em 05 de julho, no Villa Park em Birmingham, Inglaterra.

Por si só o evento, que levou o curioso nome de Back To The Beginning, foi um marco para a cena heavy metal. Contudo, ele ficou ainda mais especial porque foi último show da vida de Ozzy Osbourne, que também se apresentou com o repertório solo. O cantor faleceu no dia 22 de julho de 2025, aos 76 anos.

Como todo mundo sabe, o festival teve a presença de alguns músicos que participaram da carreira de Ozzy ao longo das décadas como Zakk Wylde (guitarra), Jake E. Lee (guitarra), Rudy Sarzo (baixo) e Mike Bordin (bateria).

No entanto, o baterista Tommy Aldridge, que foi bastante importante no começo da empreitada solo, ficou de fora da festa.

Em vídeo compartilhado em seu canal, Tommy fala sobre sua ausência na celebração ao saudoso Príncipe das Trevas.

“Bem, não quero fazer acusações. Não quero criticar ninguém. Eu não fui convidado para o último show do Ozzy. Isso é tudo que preciso dizer. Não fui convidado. E não vou ser penetra na festa de ninguém.

Mas isso não tem nada a ver com o Ozzy. Tenho muita admiração e carinho pelo Ozzy. Eu passei muito tempo com ele, e não houve nenhuma intenção de desrespeito da minha parte às pessoas envolvidas. Presto minha mais sincera consideração e respeito ao Ozzy Osbourne sempre que tenho a oportunidade de fazê-lo”.

Tommy também refletiu sobre sua relação de trabalho com o Madman: “Ele compartilhou um pouco de seu sucesso comigo. Gostaria de pensar que, de alguma forma, participei, especialmente no início, quando ele foi sumariamente demitido da única banda em que tocou, o Black Sabbath.

Bem, eu sei em primeira mão o trauma que isso foi para ele. Eu estava lá. Eu morava na Inglaterra quando tudo aquilo aconteceu. Eu trabalhava com Gary Moore na época, que era contratado pela mesma gravadora que acabou contratando o Ozzy.

Então, sim, tive algumas experiências com o Ozzy que ninguém realmente conhece. Eu conheci o Ozzy antes de outras pessoas o conhecerem, então eu o conheci muito antes dele conhecer sua esposa, e assim por diante.

Nós tínhamos um relacionamento que superou o de Randy Rhoads, e eu tenho muito respeito e apreço pelo que o Ozzy fez, não apenas na minha carreira, mas também no que ele fez musicalmente”.



Via: Rockbizz