O Sepultura tem mais de quatro décadas de história na música, catorze discos de ouro e turnês em mais de 80 países e diversas culturas. A banda é sem dúvida o case de maior sucesso do metal nacional e é a maior representante da cultura brasileira em território estrangeiro.
Mesmo assim, a banda vai encerrar as atividades em 2026 no final do ciclo da Celebrating Life Through Death Tour. Ainda é um mistério o que os músicos – Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Xisto Jr. (baixo) e Greyson Nekrutman (bateria) – irão fazer após os compromissos do conjunto.
Mas Andreas, durante entrevista ao canal Jaimunji Metal on Tap, pontuou que o Sepultura não vai morrer, apesar do afastamento dos palcos. Ele também ressaltou que não tem energia para fazer 8 turnês de despedida como já aconteceu com outros grupos de rock e metal.
“O Sepultura não vai morrer”, disparou Kisser. “O Motörhead está mais vivo do que… Infelizmente, não temos turnês, mas o Motörhead estará conosco para sempre. Portanto, nós vamos explorar diferentes territórios e tal. E o futuro, vamos lidar com ele quando chegar”.
“Quero dizer que as possibilidades estão sempre em aberto”, pontuou. “Não acho que tenhamos energia para fazer oito turnês de despedida, mas quem sabe? [Risos] Você vê outras bandas que anunciaram turnês de despedida antes e depois voltaram ou continuaram em turnê, como Ozzy Osbourne, Scorpions, KISS, Mötley Crüe, Slayer e coisas assim”.
“É muito bom descansar e sair um pouco. É muito saudável, porque mostra que a arte não está realmente ligada a nenhum estereótipo do que você deveria ser aos olhos dos outros”, completou o músico.
Via: RockBizz
