Sting – nascido Gordon Matthew Thomas Sumner – é um cara bastante perfeccionista, assim como os seus colegas de The Police – Andy Summers (guitarra) e Stewart Copeland (bateria). A prova disto é o repertório do trio com sons como “Roxanne, Every Breath You Take, Message in a Bottle e Every Little Thing She Does Is Magic.
Com isso, timbres e instrumentos são assuntos seríssimos para os caras. No ano de 2018, durante conversa com a revista BassPlayer, Sting afirmou que odeia os baixos novos. De acordo com o roqueiro inglês, os instrumentos são terríveis e não quer tê-los em suas mãos.
“Eu uso um baixo P-bass de 1953, e ele parece um órfão”, brincou o artista. “Está todo arranhado e desgastado”, ressaltou. “Eu adoro baixos antigos, principalmente aqueles que têm arranhões”, analisou.
“É bom porque dá para ver onde as pessoas já tocaram neles. Mas eu odeio baixos novos. Não suporto. Acho que são terríveis. Não quero ter nenhum nas minhas mãos”, acrescentou o frontman do The Police.
O baixo Fender Precision 1953 é uma peça rara atualmente no mercado de instrumentos musicais, visto que, quem tem nas mãos, dificilmente quer vender e ou se desfazer.
Se trata de um modelo de corpo sólido, com fabricação em Fullerton, Califórnia, cujo acabamento em laca loira, corpo em madeira de freixo, braço em bordo e escudo em Tolex. Ou seja, é coisa fina.

Por estes e outros atributos, o Fender Precision 1953 é um ativo e tanto para qualquer artista que se importa com timbre quente e robusto.
Via: RockBizz
