Sharon Osbourne falou sobre os últimos dias de vida de Ozzy Osbourne durante o podcast Dumb Blonde. A empresária explicou que o marido sabia que não tinha muito tempo de vida ao realizar seu último show com o Black Sabbath em julho de 2025.
“De fato, duas semanas antes do show, eles disseram que ele poderia morrer, e ele morreu”, revelou Sharon. Entretanto, a esposa ressaltou a determinação implacável do músico. “Acima de tudo, ele queria muito fazer aquilo. Afinal, o palco era uma necessidade para ele. A lógica do seu pensamento era clara: ‘Seja em duas semanas ou em seis meses, eu continuo morrendo. Portanto, quero ir do meu jeito’. Dessa forma, ele cumpriu seu último desejo, partindo como um verdadeiro astro do rock.”
A despedida de Ozzy Osbourne e o Black Sabbath
O cantor sofreu com uma sepse no início daquele ano. Por consequência, a família já estava ciente de que o fim se aproximava. Ainda assim, mesmo após ser alertado pelos médicos de que a apresentação Back To The Beginning, em Birmingham, poderia matá-lo, Ozzy não recuou.
“Certamente, quando você viveu sua vida dessa maneira, é tipo: ‘Ok, mais seis meses para sair do jeito que eu quero’”, comparou a viúva. Durante a ocasião, o Príncipe das Trevas tocou clássicos da carreira solo, como “Crazy Train”. Em seguida, ele se reuniu com Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward para sucessos eternos como “Paranoid”.
Os momentos finais e o legado
Em 22 de julho de 2025, o vocalista de 76 anos sofreu um ataque cardíaco fulminante na sua casa, na Inglaterra. Logo depois, Sharon relembrou a rápida partida de forma emocionada. “Foi tão rápido. E graças a Deus. Enquanto tentavam reanimá-lo, eu sabia. Então eu disse: ‘Não. Não façam isso. Deixem-no’. Afinal, ele já tinha terminado.”
Posteriormente, o atestado de óbito confirmou que o artista também sofria de doença arterial coronariana e Parkinson. Em contrapartida, o funeral privado ocorreu na propriedade da família. Inegavelmente, a cerimônia reuniu nomes de peso da música pesada, como Robert Trujillo, Rob Zombie, Zakk Wylde, Marilyn Manson e Corey Taylor.
Por fim, junto do apoio massivo dos músicos e fãs, a família recebeu o carinho inesperado do Rei Charles III, que enviou uma nota escrita à mão. “Sem dúvida, ele é um homem bom e atencioso, com um bom coração. De fato, ele não precisava fazer certas coisas que fez por Ozzy no passado”, agradeceu Sharon.
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Via: WikiMetal
