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Queens of the Stone Age anuncia novo álbum e lança single “Insignificant Other”

2 horas ago


O Queens of the Stone Age sempre se manteve duradouramente e singularmente magnético. Não é apenas o seu som; é o seu espírito. Eles são provocativos no sentido mais essencial: sem medo de explorar o obscuro, o sexual, o surreal e o absurdo. É uma arte que rosna e seduz em igual medida, e nunca tanto quanto no nono álbum da banda, Perfecth, que será lançado no dia 30 de outubro pela Matador Records.  

O novo single “Insignificant Other”, que a banda lança nesta terça-feira, 25, pode ser considerado a peça central do álbum. A faixa é a segunda de apenas duas tomadas e captura o quinteto tocando de forma solta e desprotegida, abrindo espaço um para o outro de forma improvisada. “É uma música sobre distância”, diz o vocalista Joshua Homme. “Sobre como alguém pode ser o seu mundo inteiro para simplesmente desaparecer. E sobre a estranha vertigem de estar no lado receptor disso”.  

O anúncio do álbum é acompanhado por um videoclipe dirigido por Chapman Baehler, estrelado por Big Chongus como a personificação de “perfecth”. Acompanhado pelos bons garotos e garotas Ruby Homme, Max Homme, Pumpkin Van Leeuwen, Isabella Puppolini (Izzy) Van Leeuwen e Reesa Shuman, o clipe revela se Big Chongus encontra ou não o lar perfeito. Os fãs também podem assistir ao já infame teaser de “Five Finger Filet” que anunciou a data em que o disco NÃO seria lançado.  

Sobre o álbum ‘Perfecth’

Produzido por Homme e pelo membro da banda Michael Shuman, o projeto extrai inspiração do Kintsugi — a arte japonesa de consertar cerâmicas quebradas preenchendo as suas rachaduras com ouro, defendendo que o que foi despedaçado se torna mais bonito (e não menos) pelo ato de consertar.  

Este é o espírito no qual Perfecth foi feito. Um álbum que só poderia ter sido concebido agora, graças a Homme, Troy Van Leeuwen, Michael Shuman, Dean Fertita e Jon Theodore dando passos evolutivos significativos como um coletivo e chegando a uma clareza duramente conquistada. As suas nove músicas mapeiam diferentes formas de amor: de família, amigos e outros, tanto significativos quanto insignificantes; os amores que te quebram além da sobrevivência e os amores que te consertam.  

Nascida de sessões gravadas em vários lugares, de Nova Orleans a Los Angeles, a música é destemida e sem limites, temperamental e ameaçadora, gentil e estranha. Aqui, o Queens alinhou os pedaços irregulares de uma carreira inteira. “Cada música soa como se fosse de um mundo diferente”, diz Homme. “E isso é de propósito, porque tenta costurar todas essas emoções que giram em torno do amor, luxúria, tolice e o tipo de sabedoria que vem como um presente de tudo isso”.  

O disco se chama Perfecth porque “perfeito” (“perfect”), como palavra, nunca foi honesto. Não existe. Então, Homme quebrou a palavra e a transformou em “perfecth”, uma grafia mais apropriada para um termo que nunca pareceu certo desde o início. “Nada neste mundo é perfeito, mas tudo parece ser ‘perfecth’”, ele explica. “E esse título é engraçado quando você está em um grupo, mas não é tão engraçado quando você está sozinho”.

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Via: WikiMetal