Uma banda de heavy metal é essencialmente uma empresa com receitas, despesas e toda sorte de responsabilidade que demanda uma organização.
Para que o projeto caminhe de forma satisfatória é necessário pessoas com know-how em gestão financeira, comercial, produção e pessoal. Com atribuições bem definidas, o planejamento, organização, controle e aplicação dos recursos vão alcançar resultados positivos, eficientes e sustentáveis a curto, médio e longo prazo, e fará a empresa prosperar.
O papel do líder é fundamental nesse processo, porque é ele que determinará por quais águas e como vai navegar nos mais diferentes mares. No Angra, por exemplo, Rafael Bittencourt assume esta função.
Durante conversa com a revista Billboard, o músico analisou o seu papel na banda, dando ênfase também em sua tarefa artística.
“Eu sou o síndico! Eu sou o chato, tenho que fazer a coisa funcionar. Eu tenho que dar corpo para o som. Eu me preocupo com a massa sonora, precisão e firmeza. Eu sou esse cara”.
Rafael completou sua observação sobre sua atribuição no Angra usando uma analogia do mundo do futebol.
“Eu seria o Garrincha [Manoel Francisco dos Santos], ou seja, um cara maluco que joga bem e deu sorte na vida. Acho que sou tipo o Garrincha! Não sou o Pelé [Edson Arantes do Nascimento], mas jogo bem”.
Eis o bate-papo completo no tocador abaixo:
Após uma extensa maratona de shows que percorreu o mundo entre janeiro de 2024 e agosto de 2025, o Angra entrou em um hiato com o pretexto de descansar. No entanto, em novembro de 2025, a banda declarou que estava voltando aos palcos.
Além dos shows de reunião da era Rebirth, o grupo vai cair na estrada celebrando os trinta anos de seu segundo disco, Holy Land. A tour passará pela França, Japão, Grécia, entre outros países.
Via: RockBizz
