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Tesouros enterrados: 9 petardos que o Iron Maiden deveria tocar na Run For Your Lives Tour 2026, segundo revista

4 meses ago


A Run For Your Lives Tour, que celebra os cinquenta anos de estrada do Iron Maiden, retomará as atividades em março de 2026. O giro contempla as canções entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs.

Se na etapa 2025 da tour a banda veio munida de The Ides Of March, Murders In The Rue Morgue, The Trooper, Wrathchild, Killers, Phantom Of The Opera, Rime of the Ancient Mariner, Seventh Son of a Seventh Son, Wasted Years, entre outro sons, os fãs esperam novidades para a perna do próximo ano.

Para agitar um pouco o público, o jornalista Matt Mills, da revista Metal Hammer, listou 9 petardos que o Iron Maiden deveria tocar na Run For Your Lives Tour 2026.

Remember Tomorrow (Iron Maiden, 1980)

Em 2025, faz exatamente vinte anos que o Maiden não presenteia o público com o clássico Tomorrow Remember. Francamente, isso é criminoso! Esta balada é uma faixa da era Paul Di’Anno, entretanto, combina perfeitamente com o alcance vocal de Bruce Dickinson. Além disso, se você quer uma prova de quão amada esta música é, ela foi regravada pelo Metallica.

Another Life (Killers, 1981)

O Maiden não se cansava de tocar essa música de tirar o fôlego! Another Life tornou-se uma constante no repertório após o lançamento de Killers, persistindo até mesmo na primeira turnê completa com Bruce Dickinson, em 1982.

Depois disso, porém, levou 23 anos e uma série de shows dedicados apenas ao material dos quatro primeiros álbuns da banda para que ela reaparecesse. Agora, já se passaram mais duas décadas desde a última vez que deu as caras no repertório. A situação está cada vez mais parecendo uma questão de “agora ou nunca”.

22 Acacia Avenue (The Number Of The Beast, 1982)

Há músicas da obra-prima The Number Of The Beast que o Maiden nunca tocou, como Invaders e Gangland, mas indicamos 22 Acacia Avenue. A travessura no bordel onde Charlotte The Harlot trabalha não é tocada desde 2003, apesar de ostentar o heroísmo vocal de Dickinson e a composição magistral do guitarrista Adrian Smith. Apesar de todos os seus riffs sinuosos e mudanças de andamento, ainda tem aquele excelente gancho “22, The Avenue” no coração.

Sun And Steel (Piece Of Mind, 1983)

A mais rara das raras. Nos mais de 40 anos desde o lançamento de Piece Of Mind, o grupo nunca trouxe Sun And Steel ao palco, o que é uma pena. A faixa combina alta energia com emoção e a violência de uma boa luta de espada. Coloque-a na turnê do ano que vem e veremos quem são os verdadeiros fãs do Maiden.

Flash Of The Blade (Powerslave, 1984)

Mais uma música de luta de espadas? Sim! Flash Of The Blade tem solos virtuosos, andamento grandioso e letra forte. Quando o refrão final começa, nós nos sentimos animados o suficiente para pressionar uma placa tectônica. A faixa nunca esteve em um setlist do Maiden, então imagine a alegria de um estádio inteiro quando aquele riff finalmente ecoar nos PA’s.

The Loneliness Of The Long Distance Runner (Somewhere In Time, 1986)

O Maiden tocou Loneliness… na primeira data da turnê mundial Somewhere In Time, em 1986! Infelizmente, a banda a arquivou. Steve Harris disse à Classic Rock em 2023: “É uma música que eu adoraria tocar”. Com todo o respeito, toquem-na, seus covardes! O solo é impecável, assim como os seus versos. Sem dúvida, ela precisa voltar aos shows.

Infinite Dreams (Seventh Son Of A Seventh Son, 1988)

O disco foi o ápice do prog metal que o Maiden vinha construindo desde sua estreia. Músicas como Infinite Dreams, com sua duração de seis minutos, mudanças tonais e ausência de refrão, demonstravam isso. O monólito foi uma constante na turnê mundial da banda em 1988, mas não foi ouvido ao vivo desde então.

Até mesmo seu repertório de 2013 e 2014, que enfatizava o material do Seventh Son Of A Seventh Son, o grupo a ignorou. Quem sabe agora seja a chance do Iron de desenterrar esse tesouro enterrado para seus shows.

Tailgunner (No Prayer For The Dying, 1990)

Todos nós já ouvimos piadas sobre o quão cafona é No Prayer For The Dying! A última vez que tocaram algo deste disco foi em 2003, quando apresentaram Bring Your Daughter. A única música do álbum que quase se iguala à antiga glória da banda é Tailgunner. Ela se entrelaça com riffs complexos e um refrão impactante. Considerando que não é tocada desde 1992, vale dar uma chance a este diamante bruto.

Be Quick Or Be Dead (Fear Of The Dark, 1992)

Fear Of The Dark não é o álbum mais forte do Maiden, mas foi imortalizado por seu clássico implacável que é a faixa-título. Mas por que Be Quick Or Be Dead não teve nenhum vestígio desse reconhecimento? Lançado como single em 1992, é um som com raízes no thrash, no qual Dickinson ataca a política contemporânea, e é sem dúvida o som mais vivo que a banda teve naquela década. A faixa está aposentada desde 1993 e precisa voltar aos shows, especialmente com suas letras permanecendo tragicamente relevantes na década de 2020.



Via: RockBizz

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