A ideia de que o rock está morto perambula pela mídia e pelo imaginário de parte do público há muitas décadas. Para quem afundou a cabeça no chão e só acha que a música teve valor nas décadas de 1970 e 1980, o estilo, de fato, jaz a sete palmos do chão. No entanto, para quem tem olhos de ver e, principalmente, ouvidos de ouvir, o rock segue firme e forte.
Em uma nova entrevista no programa The Howard Stern Show, da SiriusXM, Yungblud, 28 anos, respondeu à afirmação do apresentador de que “o rock está morto”. O britânico provou seu ponto de vista citando seis bandas que estão fazendo um bom trabalho, em sua opinião.
“O rock está bem e muito brilhante! Ele só recebe o reconhecimento que merece com o tempo, porque é um gênero muito sagrado”.
“As pessoas sempre colocam muita pressão em uma única pessoa para trazê-lo de volta. Quem vai salvar o rock n’ roll? Isso é uma grande besteira”, observou Dominic Harrison.
“Há ótimas bandas fazendo diferentes tipos de rock. No hardcore temos Knocked Loose e Turnstile. No punk temos Amyl and the Sniffers e Lambrini Girls. E no indie temos Fontaines [D.C.], Geese e Wunderhorse”, exemplificou o artista.
O próprio Yungblud vem engrossando a lista de novos nomes do rock a figurar no primeiro escalão da cena a ponto de fazer parceria com gente veterana como Steven Tyler e Joe Perry, do Aerosmith. Ele também ganhou apoio da família de Ozzy Osbourne e cantou no derradeiro show do Madman.
O roqueiro, inclusive, recebeu uma indicação ao Grammy de 2026 na categoria Melhor Performance de Rock por sua versão de Changes, do Black Sabbath, com Nuno Bettencourt, Frank Bello, Adam Wakeman e II, do Sleep Token.
Via: RockBizz
